http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/issue/feed Via Atlântica 2019-05-13T16:24:12-03:00 Mário César Lugarinho viaatlantica@usp.br Open Journal Systems <p class="western">A Revista&nbsp;<em><em><strong>Via Atlântica</strong>,</em></em>&nbsp;publicação semestral do <strong>Programa de Pós-Graduação de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa </strong>da<strong> Universidade de São Paulo</strong>, tem por objetivo levar aos estudiosos, do Brasil e do Exterior, resultados de investigações desenvolvidas por especialistas nas áreas de&nbsp;Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, Literatura Comparada, Literatura Infantil e Juvenil, Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira, Literatura Portuguesa e de outras literaturas e culturas &nbsp;que se expressam em português.&nbsp;Faz parte ainda do escopo da&nbsp;<em>Via Atlântica</em>&nbsp;a publicação de artigos que tratem das relações interdisciplinares da Literatura com outras Linguagens e com outras Formas do Saber. A publicação abrange, além de um Dossiê temático, outros trabalhos inéditos sob a forma de Ensaios, Artigos, Entrevistas e Resenhas de livros de interesse para os Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa e áreas correlatas.&nbsp;A revista&nbsp;<em>Via Atlântica&nbsp;</em>está inserida na área temática de Outras Literaturas Vernáculas, conforme tabela de áreas do conhecimento do CNPq (8.02.07.00-6).</p> http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/152921 EDITORIAL Nº 34 2019-05-13T16:24:11-03:00 Jean Pierre Chauvin tupiano@usp.br Vima Lia de Rossi Martin vima@usp.br Thiago Mio Salla tmsalla@gmail.com 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145780 LITERATURA NOS JORNAIS: DEMOCRATIZAÇÃO NA ESCRITA E NA RECEÇÃO 2019-05-13T16:24:12-03:00 Cátia Miriam Costa catia.miriam.costa@iscte-iul.pt <p>Os jornais foram um elemento decisivo na democratização do acesso à literatura, tanto na produção do discurso literário como na sua receção. A imprensa periódica, com relevo para os jornais, permitiu um diálogo entre jornalismo e literatura. Nos contextos coloniais, permitiu, ainda, que os centros produtivos se deslocassem para os espaços periféricos, onde surgiram novas oportunidades de escrita e receção.&nbsp;Partindo da análise comparativa das obras e percursos de um jornalista metropolitano que se torna escritor em Angola e de um intelectual angolano, procuramos compreender como os jornais democratizaram a literatura e quais as suas limitações neste processo.</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145759 A DE-TERRITORIALIZAÇÃO SEM FIM. IMAGINANDO O PORTUGAL CONTEMPORÂNEO ATRAVÉS DAS CRÓNICAS DE KALAF EPALANGA 2019-05-13T16:24:12-03:00 Paolo La Valle p.lavalle@yahoo.it <p>Nós últimos anos, Kalaf Epalanga, melhor conhecido como um dos membros da banda de música eletrônica Buraka Som Sistema<em>, </em>tem sido publicando várias crónicas pelo <em>Público</em>, um jornal que tem investido massivamente neste tipologia de textos. O caso de Kalaf Epalanga, volta a mostrar a hibridez da “crónica”, estimulando uma conexão entre o jornalismo e a literatura. Sus contribuições desafiam o tema da identidade debatido e analisado nas últimas décadas, denunciando o racismo Português e questionando o multiculturalismo Português.</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/144352 ENTRE O AMOR E O CRIME: A PARTICIPAÇÃO DA LITERATURA E DA IMPRENSA NO PROCESSO DE ADULTÉRIO DE CAMILO E ANA PLÁCIDO 2019-05-13T16:24:12-03:00 Andreia Alves Monteiro de Castro andreiaacastro@gmail.com <p>Sentindo na pele todas as penalidades infligidas àqueles que não se encaixavam no padrão, Camilo ao ser preso como corréu na querela movida por Pinheiro Alves, marido de Ana Plácido, empunhou em sua defesa as mesmas armas empregadas para aniquilar publicamente os criminosos. O escritor e a amada, contando com a ajuda de amigos respeitados e letrados, moveram através da imprensa periódica e de sua própria literatura uma campanha baseada na ideia de que o adultério era quase uma consequência dos casamentos baseados em conveniências financeiras, que excluíam o amor.</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145814 A PENA E O TIPO: GERVÁSIO LOBATO E A IMPRENSA PORTUGUESA 2019-05-13T16:24:11-03:00 Claudia Barbieri Masseran claudia.masseran@gmail.com <p>O presente artigo versa sobre um dos grandes vultos do jornalismo oitocentista finissecular português: um cronista, folhetinista, ensaísta, diretor literário e redator-chefe. Versa ainda sobre um alegre romancista e um dos comediógrafos de maior sucesso do seu tempo. Trata este texto de Gervásio Lobato (1850-1895) e de seu ofício de escritor.</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145826 O JORNAL COMO FONTE LITERÁRIA NA VIRADA DO SÉCULO XIX PARA O XX: O CASO DE SÃO PAULO 2019-05-13T16:24:11-03:00 Rafael Rodrigo Ferreira rafael.rodrigo.ferreira@usp.br <p>O seguinte trabalho pretende reivindicar a importância do jornal para os estudos literários da Primeira República (1889-1930), na medida em que expõe particularidades do caso paulista, bem como disserta acerca de possíveis problemas de parcela significativa da crítica literária que, desatenta aos compartilhamentos entre literatura e jornalismo, ofusca, consequentemente, processos indispensáveis para a compreensão da constituição das letras brasileiras.</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145806 JOSÉ DE ALENCAR, JORNALISTA: O FOLHETIM REENCONTRA O TEATRO CRÔNICAS PUBLICADAS NO CORREIO MERCANTIL (1854-1855) E NO DIÁRIO DO RIO DE JANEIRO (1856) 2019-05-13T16:24:11-03:00 Renato Barros de Castro renatobdecastro@gmail.com Denise Rocha denise@unilab.edu.br <p>O objetivo do estudo é apresentar a atuação jornalística de José de Alencar (1829-1877) na imprensa carioca, entre 1854 e 1856, no que concerne ao campo da crítica teatral e da dramaturgia, funções originais do espaço editorial conhecido como “folhetim”, seção ao pé de página na qual publicava seus textos. Para tanto, serão analisadas as considerações do autor a respeito da criação de um teatro com “cor local” e sua peça <em>O Rio de Janeiro às direitas e às avessas </em>(1856), que abriram espaço para um debate inovador sobre a construção do teatro brasileiro. Tal perspectiva será estudada segundo os conceitos de “porosidade”, “matriz literária da imprensa” e “matriz midiática” (Thérenty, 2007).</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145713 ANTECEDENTES E REPERCUSSÃO INICIAL DA PUBLICAÇÃO DOS FARÓIS (1900), DE CRUZ E SOUSA 2019-05-13T16:24:12-03:00 Alvaro Santos Simões Junior simoes@femanet.com.br <p>Analisam-se neste artigo notícias sobre as celebrações do segundo aniversário de morte de Cruz e Sousa e a repercussão imediata, na imprensa periódica, da publicação naquele mesmo ano (1900) dos <em>Faróis</em>, livro de poesia do mais conhecido simbolista brasileiro. Consideram-se especialmente reportagens publicadas nos jornais <em>A Imprensa</em> e <em>Cidade do Rio</em> e breves apreciações críticas de Artur Azevedo e Medeiros e Albuquerque, que se pronunciaram sobre os <em>Faróis</em>. Pretende-se, ao final, sugerir certa vinculação entre a posição ocupada pelos intelectuais no campo literário e o sentido das suas intervenções jornalísticas nos episódios em causa.</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145782 UMA LEITURA DE "ENFERMEIRINHAS ESPERTAS", CRÔNICA DE TEREZA QUADROS, MÁSCARA DE CLARICE LISPECTOR 2019-05-13T16:24:11-03:00 Tânia Sandroni taniasandroni@terra.com.br <p>Este artigo apresenta uma leitura da crônica “Enfermeirinhas espertas”, de Tereza Quadros (máscara de Clarice Lispector), publicada no semanário <em>Comício</em>, em 1952. A escritora era responsável pela coluna feminina “Entre mulheres” do veículo. Nessa página, a colunista publicou crônicas com incontestável valor literário, sendo que algumas delas deram origem a contos publicados posteriormente na obra lispectoriana.</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145758 LITERATURA EM PAUTA: AS PÁGINAS DE JORNAL DE ANTONIO CALLADO 2019-05-13T16:24:12-03:00 Giselle Larizzatti Agazzi gisellelarizzattiagazzi@gmail.com Joana Rodrigues joanarodrigues2@uol.com.br <p>A escrita de Antonio Callado repórter dialoga com o que ficou conhecido como jornalismo literário, gênero híbrido, que desafia as expectativas do leitor de literatura e o leitor de reportagens. Com ampla atuação como jornalista, vindo a cobrir importantes eventos da história mundial, o intelectual carioca contribui de modo decisivo para a constituição do gênero no Brasil.&nbsp; Nas reportagens publicadas entre 1960 e 1970, o escritor encontra um estilo próprio, ao aprofundar o potencial simbólico da linguagem, compondo complexos panoramas em que a análise e a opinião crítica se combinam a um trabalho meticuloso com a arquitetura das palavras.</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145438 ESCREVENDO EM VOZ ALTA: AS CRÔNICAS METALITERÁRIAS DE CRISTOVÃO TEZZA NO JORNAL GAZETA DO POVO 2019-05-13T16:24:12-03:00 Raquel Illescas Bueno raquel.illescas@yahoo.com.br Annalice Del Vecchio de Lima annaliced@gmail.com <p>Este trabalho estuda as crônicas do escritor Cristovão Tezza publicadas no jornal <em>Gazeta do Povo</em> entre 2008 e 2014, analisando temáticas, conteúdo, formas estilísticas e relacionando estes textos com a produção ficcional e ensaística do autor, por aproximações ou distanciamentos. O <em>corpus</em> desta análise é formado por crônicas metaliterárias, ou seja, aquelas em que Tezza reflete sobre questões da literatura, estabelecendo um diálogo direto com o romance autobiográfico <em>O filho eterno</em> (2007), a obra ensaística <em>O espírito da prosa – uma autobiografia literária</em> (2012) e as conferências publicadas no livro digital <em>Literatura à Margem</em> (2014).</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145795 O PRENÚNCIO DO ESCRITOR: UMA ANÁLISE DO TEXTO JORNALÍSTICO DE GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ 2019-05-13T16:24:11-03:00 Bibiana de Paula Friderichs bibiana@upf.br Fábio Luis Rockenbach fabio@upf.br <p>O presente trabalho busca identificar características do texto informativo que surgem na produção jornalística de Gabriel García Márquez, para compreender de que forma o autor se adapta às normas de padronização instituídas no jornalismo moderno, ou as refuta, em um período de sua vida que pode ser reconhecido como importante para sua formação como futuro escritor. O estudo bibliográfico focaliza a sua coletânea jornalística e demonstra que, em seus primeiros anos de profissão, García Márquez rejeitou a excessiva padronização textual, adotando características que marcariam seu texto como representante da vertente do novo jornalismo latino-americano.</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145695 LIMITES ENTRE JORNALISMO E LITERATURA EM “A GUERRA NÃO TEM ROSTO DE MULHER”, DE SVETLANA ALEKSIÉVITCH: UMA ANÁLISE DO NARRADOR A PARTIR DO CONCEITO BENJAMINIANO DE ERFAHRUNG 2019-05-13T16:24:12-03:00 Emerson Campos Gonçalves emer.cg@gmail.com Robson Loureiro robson.loureiro@ufes.br <p>Observar o tracejado que divide jornalismo e literatura pode significar a avaliação de uma linha tênue ou a comparação entre galáxias distantes. Tal paradoxo é nutrido pelo deslocamento constante de fronteiras, sobretudo nos formatos híbridos, sendo impossível estabelecer definitivamente limites éticos e estéticos que encerrem cada narrativa. Partindo dessa imprecisão, este estudo recorre à categoria de <em>Erfahrung </em>(experiência), presente nos estudos de Walter Benjamin, para investigar os tensionamentos do narrador em “A guerra não tem rosto de mulher”, de Svetlana Aleksiévitch. O objetivo é discutir a importância do Jornalismo Literário como proposta contra-hegemônica efetiva aos <em>mass media</em>.</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145308 CONTO-REPORTAGEM: JORNALISMO, LITERATURA E INDÚSTRIA CULTURAL 2019-05-13T16:24:12-03:00 Leandro de Oliveira Lopes lopes.leandrodeoliveira@gmail.com <p>“Um dia no cais”, de João Antônio, foi publicado na revista <em>Realidade </em>sob a categorização de “conto-reportagem”. Tal designação nos faz supor a mistura, em texto, de dois diferentes gêneros textuais oriundos da literatura e do jornalismo: o conto e a reportagem. Pois a despeito de sua relação (ou não relação) com os gêneros canônicos aos quais faz referência, neste estudo abordamos a ligação existente entre o termo “conto-reportagem”, até então inédito no país, a revista <em>Realidade</em> – com suas características próprias – e a atuação e desenvolvimento de uma ainda incipiente indústria cultural brasileira.</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145836 OS JORNAIS ESCOLARES EM MATO GROSSO: CAMINHOS PARA A FORMAÇÃO DO LEITOR LITERÁRIO 2019-05-13T16:24:11-03:00 Renata Beatriz Brandespin Rolon renatarolon@hotmail.com <p>É objetivo deste artigo revelar a presença dos jornais escolares no Estado de Mato Grosso no início do século XX. Por meio de análises de alguns números dos periódicos O <em>Pequeno Mensageiro e O Liceu,</em> comprovamos as articulações entre literatura e jornalismo, assim como o pulsar do tecido social de um determinado contexto.</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/126062 A SOLIDÃO EM DEIXEI ELE LÁ E VIM E EM NADA A DIZER, DE ELVIRA VIGNA 2019-05-13T16:24:12-03:00 Diego Luiz Miiller Fascina diegomullerfascina@hotmail.com Wilma dos Santos Coqueiro wilmacoqueiro@gmail.com Gabriela Lasta gabriela_lasta@hotmail.com <p>O objetivo deste trabalho é problematizar duas identidades: a de Shirley Marlone, a prostituta transexual, protagonista de <em>Deixei ele lá e vim </em>(2006)<em>,</em> bem como a da esposa traída, que não é nomeada, em <em>Nada a dizer </em>(2010), romances de Elvira Vigna. Intenciona-se, ainda, discutir a presença da solidão no cerne da personalidade dessas personagens, que funciona como sintoma de uma identidade porosa e liquefeita. Essa análise tem como aporte teórico os estudos de Zygmunt Bauman (2001, 2003), Stuart Hall (1992), Jair Ferreira dos Santos (2000) e Paolo Cugine (2008), no que tange a identidade na pós-modernidade e o de Marc Augé (1994), que aborda o não pertencimento e o deslocamento dos sujeitos nos mais diversos espaços.</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/120448 EVARISTO, CONCEIÇÃO. HISTÓRIAS DE LEVES ENGANOS E PARECENÇAS. RIO DE JANEIRO: MALÊ, 2016A. 2019-05-13T16:24:12-03:00 Valeria Rosito Ferreira valeriarosito2@gmail.com <div> <div> <p>&nbsp;</p> </div> </div> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145801 FRANCAVILLA, ROBERTO. CALLIGRAFIE MORALII. DISCORSI DEL POTERE IN JOSÉ CARDOSO PIRES, ANTÓNIO LOBO ANTUNES, HERBERTO HELDER. PISA: ETS, 2018. 2019-05-13T16:24:11-03:00 Ada Milani ada.milani@mail.com 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/116143 AGUALUSA, JOSÉ EDUARDO. A RAINHA GINGA E DE COMO OS AFRICANOS INVENTARAM O MUNDO. RIO DE JANEIRO: FOZ, 2015. 2019-05-13T16:24:12-03:00 Sheila Ribeiro Jacob sheila.jacobb@gmail.com 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/130584 "SOU UM ESCRITOR SEM LIVRO" - ENTREVISTA COM SULEIMAN CASSAMO 2019-05-13T16:24:12-03:00 Vanessa Neves Riambau Pinheiro vanessariambau@gmail.com <p>No depoimento que está transcrito a seguir, o escritor moçambicano Suleiman Cassamo fala sobre o papel da imprensa na divulgação da literatura moçambicana do século XX, papel pouco ativo na atualidade. Confessa a dificuldade de encontrar seus livros em Moçambique e comenta sobre a preocupação com a divulgação das obras, em meio digital ou traduzida, feitas à revelia do autor. Discorre sobre as relações entre o universal e o particular na obra, buscando uma forma de conciliação entre ambos. Reflete também acerca de suas influências literárias e revela sua preferência temática relacionada ao regresso às suas origens, além de relatar suas perspectivas e projetos futuros.</p> 2018-12-21T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement##