The Bridgerton world: identity narratives in streaming
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1982-677X.rum.2024.225926Keywords:
Femininity, Bridgerton, Streaming, Shonda RhimesAbstract
Based on the construction of worlds that assign new roles to women and Black characters in the television series Bridgerton – a successful Netflix series based on Julia Quinn’s books – and its spin off Queen Charlotte, this study proposes to observe how Shonda Rhimes’ production and work contributed stylistically as an authorial brand to the visibility of new female and Black identity narrative constructions in the contemporary audiovisual universe in which women — especially Black women — exercise protagonism and empowerment.
Downloads
References
ALVES, G.; JACOB DE SOUZA, M. C. A Construção do Lugar Autoral da Roteirista Shonda Rhimes no Mercado da Ficção Seriada Televisiva. Revista GEMInIS, São Carlos, v. 12, n. 1, p. 42–63, 2021. https://doi.org/10.53450/2179-1465.RG.2021v12i1p42-63
AMARAL L. A. N.; MOREIRA, J. A. G.; DUNAND, M. L.; NAVARRO H. T.; Lee, H. A. Long-term patterns of gender imbalance in an industry without ability or level of interest diferences. Plos One, [s. l.], v. 15, n. 4, 2020. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0229662
ANDERSON, B. R. O. Nação e consciência nacional. Ática, 1989.
ANG, I. A ficção televisiva no mundo: melodrama e ironia em perspectiva global. MATRIZes, São Paulo, v. 4, n. 1, p. 83–99, 2010. https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v4i1p83-99
BEAUVOIR, S. O segundo sexo 1. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1970. Trabalho original publicado em 1949.
BECKER, H. S. Falando de sociedade: Ensaios sobre diferentes maneiras de representar o social. Rio de Janeiro: Zahar, 2009.
BRAGANÇA, M. Melodrama: notas sobre a tradição/tradução de uma linguagem revisitada. ECO-PÓS, [s. l.], v. 10, n. 2, 2007. https://doi.org/10.29146/eco-pos.v10i2.1016
BRIDGERTON. Produção executiva: Shonda Rhimes; Betsy Beers; Chris Van Dusen e Julie Anne Robinson. Los Gatos: Netflix, 2020–2024.
CAMPBELL, C. A ética romântica e o espírito do consumismo moderno. Rio de Janeiro: Rocco, 2001.
CASTRO, E. B. V. de; ARAUJO, R. B. de. Romeu e Julieta e a origem do Estado. In: VELHOS, G. (ed.). Arte e Sociedade. Rio de Janeiro: Zahar, 1977.
CERTEAU, M. de. A invenção do cotidiano: Artes de fazer. Petrópolis: Vozes, 2008.
COUTINHO, J. P. Precisamos de mais dândies e menos plagiários na falsa diversidade que vivemos. Folha de S.Paulo, São Paulo, 4 jan. 2021. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/2021/01/precisamos-de-mais-dandies-e-menos-plagiarios-na-falsa-diversidade-que-vivemos.shtml.
DUBY, G.; FRAISSE, G.; PERROT, M. (ed.). História das mulheres. Porto: Edições Afrontamento, 1991.
DUMONT, L. O individualismo: Uma perspectiva antropológica da ideologia moderna. Rio de Janeiro: Rocco, 2000.
ECO, U. Seis passeios pelos bosques da ficção. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
GELLI, T. A figura real por trás de ‘Rainha Charlotte’, nova série Bridgerton. Veja, São Paulo, 12 maio 2023. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/e-tudo-historia/a-figura-real-por-tras-de-rainha-charlotte-nova-serie-bridgerton
GINZBURG, C. Mitos, Emblemas e Sinais: Morfologia e história. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
GOODMAN, N. Maneras de hacer mundos. Madri: Visor Distribuiciones, 1990.
HALL, S. Cultura e Representação. Rio de Janeiro: Apicuri, 2016.
HORNBURG, L. Como os vestidos da série Bridgerton influenciam nos vestidos de noiva atuais. JDV, 3 fev. 2021. Disponível em: https://www.jdv.com.br/como-os-vestidos-da-serie-bridgerton-influenciam-nos-vestidos-de-noiva-atuais/
LENKER, M. L. Bridgerton showrunner on keeping that controversial bedroom moment. Entertainment Weekly, [s. l.], 27 dez. 2020. Disponível em: https://ew.com/tv/bridgerton-showrunner-controversial-bedroom-scene/
LLORENTE, A. Bridgerton: 3 motivos que explicam como a série virou a mais vista da história da Netflix. BBC News Brasil, São Paulo, 1 fev. 2021. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-55890538
MARÍN-DÍAZ, V.; SOLÍS, C. Los valores transmitidos por las mujeres de las películas Disney. CS, [s. l.], n. 23, 2017. https://doi.org/10.18046/recs.i23.2296
OH, S. The 2007 Time 100: Shonda Rhimes. Time, 3 mai. 2007. Disponível: https://content.time.com/time/specials/2007/time100/article/0,28804,1595326_1595332_1616813,00.html
ORELLANA, N. C.; MARTÍNEZ-CANO, F. Iconos femeninos actuales en las series de ficción de autoría femenina: estudio de caso de Bridgerton (Shondaland, 2020). Revista de la Asociación Española de Investigación de la Comunicación, [s. l.], v. 8, n. 16, 2021. https://doi.org/10.24137/raeic.8.16.7
PERROT, M. Minha história das mulheres. São Paulo: Contexto, 2007.
PRATES, G. Shonda Rhimes fala sobre o “elenco inclusivo” de Bridgerton e seu efeito nos bastidores. E-Pipoca, [s. l.], 23 mar. 2022. Disponível em: https://epipoca.com.br/shonda-rhimes-fala-sobre-o-elenco-inclusivo-de-bridgerton-e-seu-efeito-nos-bastidores/
QUEEN Charlotte: A Bridgerton Story. Direção: Tom Verica. Produção executiva: Shonda Rhimes; Betsy Beers e Tom Verica. Los Gatos: Netflix, 2023.
QUIJANO, A. Colonidade, poder, globalização e democracia. Novos Rumos, Marília, n. 37, 2002. https://doi.org/10.36311/0102-5864.17.v0n37.2192
RHIMES, S; BEERS, B. Os bastidores de Bridgerton: O livro oficial da série. São Paulo: Arqueiro, 2023.
SAFFIOTI, H. Gênero, patriarcado, violência. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2004.
SCOTT, J. W. Gender on the Politics of History. Nova Iorque: Columbia University Press, 1988.
SERELLE, Márcio. A adaptação como ficção expandida na série contemporânea. MATRIZes, São Paulo, v. 17, n. 1, 2023. https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v17i1p21-36
SHOHAT, E.; STAM, R. Crítica da imagem eurocêntrica: multiculturalismo e representação. São Paulo: Cosac Naify, 2006.
SHONDA Rhimes fala sobre representação dentro e fora das telas na temporada 2 de Bridgerton. Netflix, 21 mar. 2022. Disponível em: https://about.netflix.com/pt_br/news/shonda-rhimes-bridgerton-season-2-representation.
SIMMEL, G. As grandes cidades e a vida do espírito. Mana, São Paulo, v. 11, n. 2, 2005. Trabalho original publicado em 1903. https://doi.org/10.1590/S0104-93132005000200010
SOMBART, W. Amor, Luxo e Capitalismo. Lisboa: Bertrand, 1990. Trabalho original publicado em 1912.
TODD, J. The Jane Austen treasury: A collection of fascinating insights into her life, her time and her novels. Londres: Andre Deutsch, 2017.
ZANETTI, D. Repetição, serialização, narrativa. MATRIZes, São Paulo, v. 2, n. 2, 2009. https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v2i2p181-194
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2024 Tatiana Siciliano, Bruna Aucar, Valmir Moratelli

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Declaro a total e irrestrita cessão de direitos autorais sobre o texto enviado para publicação na Rumores – Revista Online de Comunicação, Linguagem e Mídias. Entendo que o conteúdo do artigo é de minha inteira responsabilidade, inclusive cabendo a mim a apresentação de permissão para uso de imagens, ilustrações, tabelas, gráficos de terceiros que, porventura, venham a integrá-lo.

