Crônica de um verão e Jogo de cena: tecendo outros cotidianos

Autores

  • Míriam Cristina Carlos Silva Universidade de Sorocaba (UNISO)

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1982-677X.rum.2013.69442

Palavras-chave:

Crônica de um verão, Jogo de cena, documentário.

Resumo

Este artigo analisa o documentário como um processo experimental de linguagem, no qual o cotidiano é explicitado para servir como possibilidade de reflexão e crítica. Discute-se o recorte realizado pelo diretor, que se torna também narrador: aquele que ouve e realiza a mediação da experiência relatada por seus entrevistados. A partir das aproximações entre Crônica de um verão, de Jean Rouch, e Jogo de cena, de Eduardo Coutinho, fica demonstrada a possibilidade da prática destes documentaristas como um método de pesquisa, ou melhor, como metáporo – na proposição de Marcondes – do qual se pode extrair, também, um conceito de comunicação.

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Biografia do Autor

Míriam Cristina Carlos Silva, Universidade de Sorocaba (UNISO)

Professora titular do Mestrado em Comunicação e Cultura da Universidade de Sorocaba – SP – UNISO. Doutora e Comunicação e Semiótica. micriscarlos@uol.com.br.

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Publicado

2013-12-27

Como Citar

SILVA, M. C. C. Crônica de um verão e Jogo de cena: tecendo outros cotidianos. RuMoRes, [S. l.], v. 7, n. 14, p. 253-269, 2013. DOI: 10.11606/issn.1982-677X.rum.2013.69442. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/69442. Acesso em: 27 jan. 2022.

Edição

Seção

Artigos