As veias abertas da América Latina: um ensaio sobre Araya

Autores

  • Natalia Christofoletti Barrenha Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1982-677X.rum.2014.83574

Palavras-chave:

Araya, Margot Benacerraf, documentário latino-americano.

Resumo

O desejo de revelar as realidades conflitivas de seus países estimulou os cineastas latino-americanos a explorarem o potencial político do cinema e, especialmente, do documentário, a partir de 1950. Em um contexto de aceleradas mudanças, sob a égide do desenvolvimentismo, diversos diretores voltaram seus olhares a territórios marginalizados do continente. Questionaram também os reais benefícios que a modernização traria ao histórico de exploração vivido pela América Latina. Araya (Margot Benacerraf, 1959, Venezuela) aborda essa questão ao acompanhar 24 horas de uma comunidade que vive da pesca e da produção artesanal de sal na península de Araya. Pretendemos analisar como Margot Benacerraf aproxima-se desse universo e como se posiciona com relação às bruscas modificações que Araya está por viver. Estabelece, ainda, conexões com outros documentários da região que propunham uma abordagem semelhante.

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Biografia do Autor

Natalia Christofoletti Barrenha, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Multimeios (Unicamp), no qual desenvolve um projeto sobre a representação do espaço urbano no cinema argentino contemporâneo com apoio Capes. nataliacbarrenha@gmail.com.

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Publicado

2014-08-09

Como Citar

BARRENHA, N. C. As veias abertas da América Latina: um ensaio sobre Araya. RuMoRes, [S. l.], v. 8, n. 15, p. 207-223, 2014. DOI: 10.11606/issn.1982-677X.rum.2014.83574. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/83574. Acesso em: 9 dez. 2021.

Edição

Seção

Artigos