RuMoRes https://www.revistas.usp.br/Rumores <p><strong>RuMoRes – Revista Online de Comunicação, Linguagem e Mídias</strong> é um periódico científico semestral da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) publicado por MidiAto – Grupo de Estudos de Linguagem e Práticas Midiáticas e voltado para a divulgação de artigos científicos, resenhas críticas e entrevistas que contribuam para o debate sobre comunicação, cultura, mídias e linguagem. Classificada como B1 no Qualis Periódicos da Capes, a revista aceita trabalhos originais e inéditos (de autoria individual ou coletiva) de autores(as) com titulação mínima de doutor(a) ou doutorando(a), vinculados a instituições de ensino superior, recebendo-os em sistema de fluxo contínuo. Os textos devem ser encaminhados em Word, fonte TNR 12, espaçamento 1,5, seguindo as orientações encontradas nas&nbsp;Normas de Publicação. A revista conta com Apoio do Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais e do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da ECA-USP.</p> <p>Para conhecer o site acesse www.revistas.usp.br/rumores, outras informações podem ser obtidas pelo e-mail rumores@usp.br.</p> <p>Para conhecer o grupo MidiAto, acesse www.usp.br/midiato, outras informações sobre o grupo podem ser obtidas pelo email midiato@usp.br</p> Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo pt-BR RuMoRes 1982-677X <p>Declaro a total e irrestrita cessão de direitos autorais sobre o&nbsp;texto enviado para publicação na Rumores – Revista Online de Comunicação, Linguagem e Mídias. Entendo&nbsp;que o conteúdo do artigo é de minha inteira responsabilidade, inclusive cabendo a&nbsp;mim a apresentação de permissão para uso de imagens, ilustrações, tabelas, gráficos de&nbsp;terceiros que, porventura, venham a integrá-lo.</p> A potência crítica da circulação midiática das imagens https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/156689 <p><strong>RuMoRes</strong>, revista científica online dedicada aos estudos de comunicação, linguagem e mídias traz, em sua vigésima quinta edição, o Dossiê “Políticas da crítica: formação e circulação em práticas midiáticas”, com oito artigos que enfatizam a premência de um debate crítico sobre a mídia que seja estratégico, como proposto por Ismail Xavier; atualizado, como propõe Cláudio Rodrigues Coração; plural, como propõe Rose de Melo Rocha; interativo e público, como propõem, respectivamente, Felipe de Castro Muanis e Eduardo Paschoal; autêntico, como propõem Andrea Limberto e Fernanda Elouise Budag; profano, como propõe Vander Casaqui; e reincidente, como proposto por Cíntia Liesenberg no último artigo, voltado diretamente à questão da crítica midiática. A potência presente da crítica funda o Dossiê, organizado por Gislene da Silva (UFSC) e Rosana de Lima Soares (USP) e apresentado, nesta edição, no texto “Políticas da crítica: formação e circulação em práticas midiáticas”.</p> Rosana de Lima Soares Andrea Limberto ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 6 8 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.156689 Políticas da crítica https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/156690 <p>Com o Dossiê “Políticas da crítica: formação e circulação em práticas midiáticas”, <strong>RuMoRes</strong> abre espaço para exercícios críticos sobre práticas midiáticas na complexidade de suas inserções no campo do audiovisual (televisão, rádio, cinema, documentário), no jornalismo e nas artes (literatura, artes visuais, música). Tais exercícios se inserem na necessidade de atualização de teorias críticas tradicionais, considerando questões de julgamento, de opinião e de busca por critérios para avaliar tais práticas à luz de suas vinculações econômicas, políticas, sociais, entre outras. A diversidade dos artigos apresentados contempla diferentes perspectivas teóricas sobre crítica e observação crítica de diversos objetos empíricos em circulação nas mídias, com apoio de arranjos metodológicos variados.</p> Gislene da Silva Rosana de Lima Soares ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 9 11 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.156690 O papel estratégico da crítica na formação do pensamento cinematográfico https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/155969 <p>Este artigo focaliza três momentos significativos da reflexão e do debate sobre o cinema no século XX, a fim de caracterizar formas de articulação entre o exercício da crítica em periódicos e a produção escrita ligada a núcleos de formação da cinefilia, como os cineclubes, e a centros de formação e pesquisa, como as cinematecas e, notadamente a partir dos anos 1960, as universidades.</p> Ismail Xavier ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 12 31 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.155969 A crítica e o novo https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/155036 <p>O modo de encarar a nostalgia e o antagonismo projetado pelos artistas envolvidos no tropicalismo parecem ser as premissas principais em torno do álbum<em> Alucinação</em> (1976), do cantor e compositor Belchior. A articulação temática e estética do disco imprime, além disso, uma espécie de reflexão crítica interna sobre os movimentos contraculturais na música popular brasileira dos anos 1970. Pretendemos, a partir disso, identificar aspectos de uma certa melancolia nessa produção, por meio dos aportes teóricos sobre a crítica cultural.</p> Cláudio Rodrigues Coração ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 32 49 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.155036 Críticas do audiovisível https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/155974 <p>O tema da crise da crítica é abordado neste artigo como argumento central à consolidação de uma crítica da comunicação e, especificamente, de uma análise crítica de produções audiovisuais. Tendo como referente empírico as recentes obras de músicas e músicos ligados a performances de gênero no Brasil, propõe que uma crítica do audiovisível impõe ranhuras ao <em>continuum</em> midiático e à espiral comunicativa. Entende, ainda, que a expressão cantante de corpos subalternizados contribui para um contrato espectorial dissensual, passível, portanto, de gerar não apenas mimese, mas transformação ou mutação de estados (sensíveis, culturais, sociais).</p> Rose de Melo Rocha ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 50 65 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.155974 Hipermediação e interatividade https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/153379 <p>O gênero documental é anterior ao cinema. Pode-se dizer que surgiu no campo midiático em relatos jornalísticos e ilustrações editoriais. Com a fotografia e o cinema, o documentário ganhou consistência e uma sintaxe própria, com diversas metodologias e complexidades. Atualmente ele passa por uma transição no espaço da internet e do digital, com novas possibilidades tanto para o realizador como para o espectador. Nessa proposta, o consideramos não apenas um gênero cinematográfico, mas plurimidiático. Deste modo, ao recortar suas especificidades no audiovisual, pode-se pensar na transição e complementaridade de um primeiro espaço do documentário no cinema, para um segundo na televisão. Ambos dialogam com a especificidade de suas mídias, com o que trouxeram de novo, com correspondências de subgêneros e eventuais remixagens.</p> Felipe de Castro Muanis ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 66 81 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.153379 Ancoragem e circulação crítica na reconstituição do espaço público em Terremoto santo https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/155618 <p>Este artigo se propõe analisar as interpretações do curta-metragem <em>Terremoto santo</em> (Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, 2017) ao longo de suas inúmeras esferas de recepção – como o circuito de festivais, a crítica institucionalizada, as redes sociais e as narrativas da própria produção, confrontada com determinadas formas de olhar para o filme. Refletimos, assim, sobre como a obra realiza uma <em>ancoragem</em> em sua circulação, a partir desse complexo crítico, ao recompor suas leituras possíveis, ampliando seu espaço público de circulação e remontando as narrativas que se formaram e que estão à disposição do espectador no momento de sua deliberação.</p> Eduardo Paschoal de Sousa ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 82 103 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.155618 Visada crítica de narrativas brasileiras contemporâneas sobre migrantes https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/156055 <p>Voltamos nosso olhar especificamente para narrativas audiovisuais envolvendo migrantes (refugiados ou imigrados/emigrados) realizadas entre março de 2017 e outubro de 2018 no Brasil sob o impacto da nova Lei de Migração (Lei nº 13.445), de 24 de maio de 2017. Nosso objetivo é identificar nelas marcas de autenticidade sobre esses atores sociais, suas territorialidades, identidades e origens, em reportagens em vídeo relacionadas ao caso de migração em solo brasileiro e divulgadas pelo site da Organização das Nações Unidas para o Brasil (no canal ONU Brasil no YouTube, mais exatamente na <em>playlist Refugiados &amp; Migrantes</em>). Estudiosos como Teixeira e Cogo, Stam e Shohat, Schreiber e Hall apoiam uma visada crítica e uma noção sobre a propriedade do documental.</p> <p>&nbsp;</p> Fernanda Elouise Budag Andrea Limberto ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 104 126 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.156055 Aspectos pedagógicos e teológicos do empreendedorismo https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/155502 <p>Este trabalho discute, em perspectiva crítica, as relações entre a pedagogia e a teologia do empreendedorismo no âmbito do que denominamos <em>cultura da inspiração</em>. Analisamos, à luz da perspectiva da profanação de Giorgio Agamben e da análise do discurso social, a proposta didática de The School of Life. Nosso objeto principal é <em>The Book of Life</em>, a Bíblia da escola que une em sua retórica a pedagogia empreendedora, a autoajuda e o discurso religioso aplicado ao capitalismo, sintetizados na convocação de sua audiência para o empreendimento de si.</p> Vander Casaqui ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 127 146 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.155502 Recorrências na abordagem de velhices centenárias em matérias de perfil https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/155860 <p>O artigo baseia-se em achados da pesquisa de doutorado que buscou problematizar discursos e representações sociais da velhice em circulação nas mídias. Foca-se na análise de recorrências em torno de velhices centenárias, levantadas em matérias do gênero perfil, compartilhadas pela página do <em>Portal do Envelhecimento</em> no Facebook. Tem como apoio as Ciências da Linguagem e a Análise de Discurso francesa, entre outros fundamentos. Como resultado principal, encontra uma cena enunciativa que toma essas velhices como locus do saber sobre o segredo da longevidade, mas que, no entanto, anula sua voz.</p> Cintia Liesenberg ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 147 168 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.155860 O Sound design da série Twin Peaks e a herança de Alan Splet https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/148627 <p>Este artigo examina o <em>sound design</em> da série televisiva <em>Twin Peaks</em> (TWIN…, 1990-1991), criada por David Lynch e Mark Frost. Analisam-se distorções ou substituições de vozes, técnicas que Lynch havia empregado em um curta e em quatro longas-metragens, com o sound designer Alan Splet. O objetivo é identificar na série, realizada após o término da parceria com Lynch, a persistência do tipo de elaboração sonora de Splet. O exame da mais recente temporada de <em>Twin Peaks</em> (TWIN…,2017) mostra que se intensificaram recursos sonoros das temporadas anteriores, em conjunção com a trama mais ousada em termos narrativos. O artigo fundamentase em Michel Chion quanto ao som e em Luiz Manzano quanto ao <em>sound design</em>. O conceito de brincadeira infinita, de James Carse, e o ensaio de Angela Hague sobre o método investigativo do agente Cooper ajudam a entender a relação entre sonoridade e trama ficcional.</p> Renato Luiz Pucci Junior Fabiano Pereira de Souza ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 169 191 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.148627 Sobre paisagens conhecidas e corpos anônimos https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/148356 <p>Nos últimos trinta anos, uma série de fotografias jornalísticas que retrata o drama de africanos e médio-orientais tentando (e quase sempre fracassando em) cruzar o Mediterrâneo tem produzido memórias sobre a questão migratória. Este artigo parte da análise de algumas dessas imagens a fim de discutir de que modo a construção memorialística, conformada a partir de certa política do testemunho, pode ser capaz de entrelaçar dever de memória e dever civil de ação. Trabalha-se com imagens que estabelecem relação entre as paisagens conhecidas (do mar e da praia) e os corpos anônimos (de imigrantes cujas identidades e trajetórias permanecem indefinidas) que parecem desestabilizá-las, uma relação marcada pela noção de fronteira – a qual, ao mesmo tempo que serve para separar, abre uma possibilidade de unir o familiar e o estranho.</p> Ana Carolina Lima Santos Rafael Tassi Teixeira ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 192 219 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.148356 Agora somos imagens https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/147041 <p>A permeabilidade social da fotografia vem sendo propulsionada pelas câmeras conectadas nas dinâmicas das redes, evidenciando um fenômeno contemporâneo baseado em uma intensa sinergia entre imagem, tecnologia e subjetividade. Para subsidiar o debate sobre esse cenário, este artigo pretende desenvolver uma triangulação teórica entre Vilém Flusser, Bruno Latour e Régis Debray, propondo estabelecer caminhos interpretativos para o atual universo de produção e circulação da fotografia que, se entendida como tecnoimagem, também representa um ponto de apoio para pensarmos o papel da tecnologia como mediadora de identidades e relações sociais.</p> Wagner Souza e Silva Carolina Vilaverde Ruta Lopes ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 220 235 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.147041 O cinema enquanto locus dialógico https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/148741 <p>Utilizando principalmente o conceito de dialogismo, aplicado ao estudo de narrativas cinematográficas (BAKHTIN, 2003; STAM, 1992), procuramos verificar as relações dialógicas construídas nos filmes <em>Tudo sobre minha mãe</em> (1999), de Pedro Almodóvar, e <em>A malvada</em> (1950), de Joseph Mankiewicz. Consideramos que as obras são detentoras de discursos socialmente localizados e que traduzem intenções ideológicas específicas, revelando as conexões existentes entre ficção e sociedade. Nosso interesse recai, portanto, sobre a forma como esse diálogo é constituído entre os textos fílmicos e como ele serve à ressignificação e recontextualização de temas e significados – como, por exemplo, a representação da mulher e da feminilidade –, deixando claro o papel do cinema enquanto produtor de vozes dissonantes, contraditórias e representativas de determinados contextos históricos e posições sociais.</p> Marcelo de Lima Luiz Antonio Mousinho ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 236 257 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.148741 A midiatização de um juízo político https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/146156 <p>O artigo analisa os discursos jornalísticos produzidos sobre o juízo político da presidente Dilma Rousseff em capas de revista semanais de circulação nacional em um contexto de midiatização da sociedade. Como objeto empírico de análise, elegeu-se três capas veiculadas individualmente por <em>CartaCapital</em>, <em>IstoÉ</em> e <em>Veja</em> em uma mesma data, que sucedeu o processo de votação do juízo político na Câmara dos Deputados. Questiona-se a ação das revistas semanais nas capas elaboradas quando do juízo político de Dilma Rousseff, considerandose a responsabilidade editorial das peças jornalístico-promocionais.</p> Camila Hartmann Ada Cristina Machado da Silveira ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 258 279 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.146156 Para fazer rir na TV https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/146078 <p>Este artigo se propõe a verificar como o efeito do humor é produzido a partir da observação de exemplos advindos de segmentos da ficção seriada televisiva – em <em>Arrested Development</em>, <em>Friends</em> e <em>Studio 60</em>. No meio audiovisual também se pode observar que as situações cômicas são fabuladas sob organização linear, na qual duas extrapolações temáticas colidem numa incongruência, tal como prevê a análise textual das piadas proposta por Salvatore Attardo com seu modelo de disjunção isotópica (<em>isotopy disjunction model</em>). Considerando que a linearidade pressupõe ruptura e surpresa, se faz possível aproximar a noção de disjunção com a de disparidade narrativa concebida por Edward Branigan no exame da geração do riso.</p> Wanderley Anchieta ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 280 301 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.146078 Humor e religião https://www.revistas.usp.br/Rumores/article/view/146779 <p class="p1">O humor é utilizado como ferramenta para contestar aspectos sagrados do cristianismo desde o período dos gregos mais antigos. O presente artigo examina de quais maneiras o canal de humor do YouTube Porta dos Fundos utiliza espaços de visibilidade on-line para se opor ao discurso religioso cristão monoteísta e, dessa forma, criar novos significados para esse dogma de sustentação cristã, católica ou evangélica. As análises estão centradas em torno do vídeo “Deus”, publicado na internet em junho de 2013. O vídeo revela o momento pós-morte de uma mulher católica cuja crença consistia na salvação da alma por intermédio do sistema religioso cristão e que, em vias de ser julgada, se depara com uma entidade sobrenatural não familiar. A metodologia utilizada consiste na análise de enquadramentos dos processos interativos. Como resultado, constatamos que o riso funciona como uma espécie de “trote” social que visa suscitar múltiplas interpretações acerca de problemas que não são passíveis de correções materiais, isto é, possui a tendência inerente de corrigir comportamentos tidos, de certo modo, como rígidos.</p> Bruno Menezes Andrade Guimarães ##submission.copyrightStatement## 2019-06-13 2019-06-13 13 25 302 325 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.146779