Teste de força de preensão utilizando o dinamômetro Jamar

Autores

  • Iêda Maria Figueiredo Hospital Maria Amélia Lins
  • Rosana Ferreira Sampaio Universidade Federal de Minas Gerais
  • Marisa Cota Mancini Universidade Federal de Minas Gerais
  • Fabiana Caetano Martins Silva Universidade Federal de Minas Gerais
  • Mariana Angélica Peixoto Souza Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.5935/0104-7795.20070002

Palavras-chave:

Avaliação, Membro Superior, Força da Mão, Dinamômetro de Força Muscular

Resumo

A mensuração da preensão é um importante componente da reabilitação da mão. Os testes de força de preensão são comumente usados para avaliar pacientes com desordens da extremidade superior, antes e após procedimentos terapêuticos. São testes simples de administrar e quando adequadamente realizados, podem fornecer informações objetivas que contribuem para análise da função da mão. Protocolo de teste deve ser desenvolvido e cuidadosamente seguido. Um dos instrumentos reconhecidos na literatura é o dinamômetro Jamar, que tem mostrado bons índices de validade e confiabilidade. Tem sido aceito como um instrumento padrão para mensuração da força de preensão e é muito utilizado na clínica por terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas. Este artigo faz uma revisão sobre alguns aspectos envolvidos na mensuração da força de preensão utilizando o dinamômetro Jamar, tais como, confiabilidade e precisão do instrumento, protocolo sugerido para seu uso, principais aspectos que podem influenciar os resultados, o uso de dados normativos e os fatores que influenciam a força de preensão, incluindo sexo, idade, peso e altura do indivíduo. Recomendações são feitas em relação a estes aspectos para capacitar os clínicos a conduzir adequadamente avaliações de força de preensão.

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Publicado

2007-06-09

Edição

Seção

Artigo de Revisão

Como Citar

1.
Figueiredo IM, Sampaio RF, Mancini MC, Silva FCM, Souza MAP. Teste de força de preensão utilizando o dinamômetro Jamar. Acta Fisiátr. [Internet]. 9º de junho de 2007 [citado 23º de julho de 2024];14(2):104-10. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/102799