https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/issue/feed Acta Fisiátrica 2022-06-28T14:49:26-03:00 Revista Acta Fisiátrica actafisiatrica@hc.fm.usp.br Open Journal Systems <p style="text-align: justify;">A Acta Fisiátrica (ISSN 0104-7795 | e-ISSN 2317-0190) é uma publicação do Instituto de Medicina Física e Reabilitação do Hospital das Clínicas e do Departamento de Medicina Legal, Bioética, Medicina do Trabalho e Medicina Física e Reabilitação da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo com o apoio da Fundação Faculdade de Medicina e da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação (ABMFR).</p> <p style="text-align: justify;">A Acta Fisiátrica é um periódico científico com periodicidade trimestral, de acesso livre, no formato eletrônico. Sua principal missão é difundir o conhecimento da comunidade brasileira envolvida em Medicina Física e Reabilitação, dando sempre preferência para os artigos produzidos no Brasil, porém autores de outros países também podem encaminhar sua produção científica, pois é do entendimento da revista que as contribuições estrangeiras podem fornecer novas abordagens aos problemas enfrentados no país.</p> https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/181617 Métodos de estimativa do gasto energético em amputados de membro inferior: uma revisão sistemática 2022-04-06T11:00:20-03:00 David Braga de Lima dbbraga13@gmail.com Poliana Piovezana poliana.piovezana@gmail.com Franciele Cascaes da Silva francascaes@yahoo.com.br Beatriz Azevedo da Silva beatrizaz@msn.com Guilherme Boese da Silva guiboese@gmail.com Diego Rodrigues Pimentel da Silva diegorpsilva@gmail.com Paulo José Barbosa Gutierres Filho profgutierres@gmail.com Rudney da Silva rudney.silva@udesc.br <p>Objetivo: Identificar os métodos utilizados para determinar o gasto energético de pessoas com amputação de membro inferior. Método: Revisão sistemática, foram selecionadas as bases de dados MedLine (Medical Literature Analysis and Retrieval System on-line) via Pubmed, Web of Science, Scopus (Elsevier), PsycINFO - APA Psycnet (American Psychological Association) e SPORTDiscus. Foram incluídos estudos originais, observacionais, experimentais, que abordaram a temática do gasto energético em amputados de membro inferior, disponíveis na íntegra, nos idiomas inglês, português e espanhol. Resultados: Os estudos utilizaram principalmente a avaliação do consumo de oxigênio (VO2) por meio do teste de Ergoespirometria e o Índice de Custo Fisiológico através da Frequência Cardíaca. No entanto, algumas pesquisas utilizaram a Escala Subjetiva de Percepção de Esforço, a Escala de aptidão autorreferida e um questionário relacionado a percepção da capacidade de andar. Conclusão: O VO2 é a variável mais fidedigna para avaliação do consumo energético, contudo, testes com medidas diretas podem ser mais difíceis de aplicar, pelas alterações recorrentes à amputação, podendo comprometer o resultado, assim, o uso de variáveis que estimem o consumo energético por meio de medidas indiretas se torna uma alternativa válida, mas é necessário atentar-se no uso da Frequência Cardíaca em populações que utilizem algum tipo de medicamento que possa alterar ou comprometer o resultado.</p> 2022-06-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/181686 Relação entre marcadores hematológicos, endócrinos e imunológicos e a sarcopenia em idosos 2022-03-29T16:40:06-03:00 Ana Paula Pillatt ana.pillatt@unijui.edu.br Ligia Beatriz Bento Franz ligiafra@unijui.edu.br Evelise Moraes Berlezi evelise@unijui.edu.br Rodolfo Herberto Schneider rodolfo.schneider@pucrs.br <p>Objetivo: Relacionar os marcadores hematológicos, endócrinos e imunológicos com os critérios de classificação da sarcopenia em idosos residentes na comunidade. Métodos: Estudo transversal, vinculado à pesquisa institucional “Atenção Integral à Saúde do Idoso”. A população foi composta por indivíduos com idade igual ou superior a 60 anos, ambos os sexos, usuários da atenção primária à saúde. O protocolo de pesquisa contemplou entrevista, avaliação da sarcopenia e exames laboratoriais para avaliação do hemograma, da 25-hidroxivitamina D, paratormônio, fator de crescimento semelhante à insulina-1, interleucina-6 e proteína C reativa. Para análise estatística utilizou-se Teste de Mann-Whitney, Teste de qui-quadrado de Pearson, Exato de Fisher e Odds Ratio. Resultados: Verificou-se relação de interleucina-6 (p= 0,004), eritrócitos (p= 0,038), hemoglobina (p&lt;0,001) e hematócrito (p= 0,002) com sarcopenia. Também observou-se que os idosos com força muscular alterada apresentaram valores mais baixos de hematócrito (p= 0,037) e mais altos de interleucina-6 (p= 0,002); e com desempenho físico alterado apresentaram valores mais baixos de leucócitos (p=0,024), hemoglobina (p&lt;0,001), hematócrito (p= 0,007) e 25-hidroxivitamina D (p= 0,034) e mais altos de paratormônio (p= 0,018) e interleucina-6 (p= 0,002). Conclusão: Sugere-se a avaliação e acompanhamento dos níveis de interleucina-6, paratormônio, 25-hidroxivitamina D e da série vermelha do hemograma durante a prática assistencial.</p> 2022-06-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/181882 Perfil dos profissionais de saúde de um hospital público e sua percepção acerca da atuação do fisioterapeuta no enfrentamento da COVID-19 2022-02-21T14:40:10-03:00 Georgia Silva Menezes georgiamenezes.fisio@gmail.com Sávylla Sklabrynne Silva Costa sasilc@outlook.com Gustavo Silva de Azevedo hgg.tutoria.fisio@idtech.org.br <p>A pandemia atual pelo COVID-19 é um marco na história da saúde mundial recente. O conhecimento da atuação do fisioterapeuta por outros profissionais de saúde torna acessível a assistência em saúde pela equipe. Objetivo: Descrever o perfil e analisar a percepção dos profissionais de saúde de um hospital público acerca da atuação do fisioterapeuta no enfrentamento do COVID-19. Método: Trata-se de estudo epidemiológico, descritivo, transversal. O estudo teve aprovação do CEP pelo parecer 4078528/2020 e todos os participantes apresentaram aceite no TCLE. Os voluntários responderam ficha pré-estruturada, contendo indagações sobre práticas comuns ao fisioterapeuta na área hospitalar. Resultados: Participaram 30 profissionais, com idade média de 36,83 anos, sendo 86,7% do sexo feminino. A atuação da fisioterapia foi considerada importante no enfrentamento da COVID-19 (100%), apesar dos diferentes locais de atuação dos entrevistados, diferentes profissões de saúde e nível de escolaridade dos participantes. Em destaque a reabilitação motora (100%) e respiratória (100%) foi vista como uma contribuição da fisioterapia em pacientes acometidos pelo coronavírus. Procedimentos como a implementação da oxigenoterapia (96,7%), ventilação mecânica não invasiva (80%), ajuste de parâmetros da ventilação mecânica (100%) e extubação (70%), foram considerados majoritariamente como das atribuições da fisioterapia. Foram descritos também os procedimentos compartilhados pela equipe multiprofissional, como a implementação de oxigenoterapia (80%), ajuste de parâmetros ventilatórios (86,7%) e aspiração de via aérea e via aérea artificial (90%). Conclusão: O fisioterapeuta tem papel importante no enfrentamento do COVID-19, associado a equipe multiprofissional, em especial na reabilitação cardiorrespiratória e musculoesquelética dos pacientes afetados pelo coronavírus.</p> 2022-06-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/191892 Efeito da estimulação auditiva rítmica associada à fisioterapia na mobilidade funcional de idosos sedentários: um ensaio clínico randomizado 2022-02-21T14:33:33-03:00 Camila Maria Mendes Nascimento fisio.camilamendes@gmail.com Ana Paula Silva de Oliveira apso.fisio@gmail.com Jéssica Maria Nogueira de Souza jjessicanogueira@hotmail.com Ágata Rodrigues de Lima gatar6@gmail.com Jonathas Carlos de Lima jonathascdlima@gmail.com Erivaldo Lopes de Souza elopesouza@gmail.com Carla Cabral dos Santos Accioly Lins carla.santos@ufpe.br Maria das Graças Wanderley de Sales Coriolano mariagracas.coriolano@ufpe.br <p>A Estimulação Auditiva Rítmica (EAR) tem despertado interesse pelos efeitos positivos durante o envelhecimento sobre os declínios da mobilidade. Objetivo: Avaliar os efeitos de um treinamento com estimulação auditiva rítmica associada à fisioterapia sobre mobilidade funcional em idosos sedentários. Métodos: Neste ensaio clínico randomizado, controlado, simples cego os idosos foram alocados em três grupos: controle (GC), estimulação auditiva rítmica associada à fisioterapia (EAR+FT) e fisioterapia (FT). Os grupos FT e EAR+FT foram submetidos a 12 sessões com o protocolo da fisioterapia (três vezes por semana, 40 min/sessão). Ao grupo EAR+FT eram acrescidos a estimulação auditiva rítmica com música (10-20 min/sessão), fornecidos pelo aplicativo ParkinSONS®. Para a análise dos dados, foi utilizada a ANOVA <em>two-way</em> com medidas repetidas para comparação entre os grupos e o tempo, com o <em>post hoc</em> de Tukey. O tamanho do efeito das intervenções também foi calculado. O nível de significância estabelecido foi de p&lt;0.05. Resultados: Não foi encontrada diferença significativa entre os grupos. Na análise pareada, foi observado que o grupo EAR+FT apresentou resultados significativos e tamanho do efeito benéfico com aumento da velocidade (p= 0.0001), redução do tempo (p= 0.001) e do número de passos (p= 0.0007), redução nos valores do TUG (p= 0.0001), aumento do deslocamento no TAF (p= 0.0001), melhora dos escores no TUG-ABS (p= 0.003) e PAP (p= 0.0001). Conclusão: Verificou-se um efeito positivo do uso da EAR associada à fisioterapia sobre mobilidade funcional de idosos sedentários, repercutindo sobre os parâmetros espaços-temporais, o risco de quedas e a execução de atividades funcionais.</p> 2022-06-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/196068 Características demográficas e de saúde associadas à mobilidade de idosos hospitalizados 2022-05-19T10:19:39-03:00 Danielle Bordin daniellebordin@hotmail.com Roberta Loren Nozuma de Carvalho Someya roberta.someya@gmail.com Luciane Patricia Andreani Cabral luciane.pacabral@gmail.com Everson Augusto Krum eak@uepg.br Lucas Lauriano Leme Trupel lucaslltrupel@hotmail.com Taís Ivastcheschen Taques taisiivastcheschen@gmail.com Clóris Regina Blanski Grden reginablanski@hotmail.com <p>Objetivo: Avaliar as características demográficas e de saúde associadas à mobilidade de idosos internados. Método: Pesquisa observacional, transversal, desenvolvida com 335 idosos internados em um hospital de ensino. A coleta foi realizada por meio de questionário e exame físico. Considerou-se como variável dependente a mobilidade e independente as características demográficas e de saúde. Os dados foram analisados pelo teste qui-quadrado. Resultados: Verificou-se que 63% dos idosos apresentaram-se restritos ao leito. A mobilidade mostrou-se associada à faixa etária (p&lt;0,05), escolaridade (p&lt;0,05), presença de doença crônica (p&lt;0,05), multimorbidade (p&lt;0,05), setor de internamento (p&lt;0,05), tempo de internação (p&lt;0,05), uso de dispositivo (p&lt;0,05) e quantidade de dispositivos (p&lt;0,05). Conclusão: Constatou-se alta prevalência de mobilidade restrita ao leito junto a idosos hospitalizados. O reconhecimento precoce dos fatores associados a mobilidade favorece ações preventivas diretivas.</p> 2022-06-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/194458 Quedas hospitalares em indivíduos com lesão medular: caracterização de uma amostra de pacientes internados em um hospital de reabilitação 2022-02-02T17:20:43-03:00 Naira Beatriz Favoretto Cunha nairafavoretto@gmail.com Gabriela Afonso Galante Maia gabigalante@hotmail.com Danyelle Rodrigues Pelegrino Reuter danyellepelegrino@yahoo.com.br Marjoyre Anne Lindozo Lopes marjoyre.lolis@gmail.com <p>Queda é definida como o deslocamento não intencional, com incapacidade de correção em tempo hábil do corpo a um nível inferior à posição inicial. Quedas, em hospitais, são mais frequentes em unidades com pacientes idosos, neurológicos e de reabilitação. Objetivos: Trata-se de um estudo descritivo de análise retrospectiva, com objetivo de caracterizar o perfil dos pacientes com lesão medular (LM) que apresentaram queda durante internação em um hospital de reabilitação e analisar a associação das características clínicas e das quedas dos pacientes com a presença ou não de dano após a queda. Método: Dados coletados de prontuários entre janeiro/2015 e dezembro/2017. A amostra compôs-se de pacientes adultos com LM. Excluídos prontuários cuja análise não permitiu o levantamento dos dados. A análise estatística utilizou medidas de tendência central e dispersão para as variáveis quantitativas e medidas de frequência para as categóricas. Utilizado teste Qui-quadrado de Pearson exato para avaliar a associação das variáveis e presença de dano após queda, com exceção da idade, analisada pelo teste Man-Whitney. Resultados: Analisados 173 prontuários. Observou-se maior frequência de quedas em homens com paraplegia, durante o dia, em atividades não supervisionadas e durante o uso de cadeira de rodas. Não houve associação entre as variáveis de caracterização da amostra e quedas com dano. Conclusão: As quedas acometeram principalmente indivíduos com lesões torácicas, usuários de cadeira de rodas, durante a locomoção, transferências e ao empiná-las. Ressalta-se a importância do treino de habilidades em cadeira de rodas para ampliar as habilidades no uso desse recurso.</p> 2022-06-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/193151 Comportamento sedentário e sua associação com incapacidade funcional em idosos 2022-02-15T16:46:45-03:00 Elaine Cristina Lopes elalopesc@gmail.com Letícia Martins Cândido leticia.candido96@gmail.com Núbia Pereira Carelli de Avelar nubia.carelli@ufsc.br Ana Lúcia Danielewicz ana.lucia.d@ufsc.br <p>Atividades sedentárias são frequentes em idosos, tornando importante avançar o conhecimento sobre o comportamento sedentário (CS) e sua relação com a capacidade funcional da população idosa, a fim de contribuir para implementação de intervenções de promoção à saúde. Objetivo: Identificar pontos de corte do CS para rastreio de incapacidade funcional e verificar sua associação com a presença de incapacidade nas atividades básicas (ABVDs) e instrumentais (AIVDs) da vida diária em idosos comunitários. Métodos: Tratou-se de um estudo transversal, domiciliar, realizado com 308 idosos comunitários. As incapacidades nas ABVDs e AIVDs foram avaliadas pelo <em>Multidimensional Functional Assessment Questionnaire</em>. Idosos com relato de “pouca/muita dificuldade” ou “incapacidade total” para realizar ao menos uma tarefa em cada domínio foram classificados com incapacidade. O tempo despendido em CS foi avaliado pela média ponderada do tempo sentado em um dia da semana e um dia de final de semana, avaliado pelo Questionário Internacional de Atividade Física. Os pontos de corte do CS para rastrear a incapacidade foram obtidos pela análise da curva ROC. Resultados: Os idosos que permaneceram tempo ≥ 4,4h/dia em CS tiveram 1,92 (IC95%:1,03; 3,57) vezes maiores chances de incapacidade nas AIVDs e aqueles que ficavam ≥ 4,3h/dia em CS tiveram 2,36 (IC95%:1,37;4,05) vezes maiores chances de incapacidade nas ABVDs, comparados aos que ficavam tempo inferior em CS. Conclusão: Estes dados sugerem que os idosos residentes na comunidade limitem o tempo em CS, evitando tempo superior a 4,3 horas diárias, a fim de prevenir a ocorrência de incapacidades funcionais.</p> 2022-06-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/190587 Fatores clínicos e sociodemográficos associados a recuperação da marcha de indivíduos após acidente vascular cerebral trombolisado na fase aguda 2022-02-21T14:45:12-03:00 Alana das Mercês Silva mercesalana@gmail.com Jorge Luis Motta dos Anjos jorgelmanjos@hotmail.com Lemuel Bernardes lemuel.fisioufba@hotmail.com Lívia Aguiar liu_aguiar@hotmail.com Carla Ferreira do Nascimento carlafn@usp.br <p>O tratamento trombolítico promove reperfusão cerebral após (acidente vascular cerebral) AVC isquêmico, e é considerado o tratamento mais eficaz na fase aguda, estando associado a melhores desfechos clínicos e funcionais. Entre as principais sequelas após AVC estão a hemiparesia e o déficit de equilíbrio, que repercutem diretamente na locomoção do indivíduo. Objetivo: Investigar quais fatores estão associados com a recuperação da marcha na fase aguda do AVC trombolisado. Métodos: Trata-se de um estudo longitudinal, com 32 indivíduos na fase aguda do AVC trombolisado. Os indivíduos foram avaliados nas primeiras horas após terem sido submetidos à terapia trombolítica, e após 7 dias ou no momento da alta da unidade de internamento. Resultados: O desfecho principal foi a presença ou não de marcha independente até o sétimo dia de internamento ou até a alta da unidade. A variável resposta foi o número de dias necessário para recuperar a marcha, sendo analisada em 3 categorias: "1 dia”, “2 dias” e “3 ou mais dias”. Dos 32 indivíduos da amostra apenas 4 não andaram em até 7 dias após o AVC e cerca de 50% andou no primeiro dia de internamento. Houve associação significativa entre a Escala de Equilíbrio de Berg e o tempo para andar. Conclusão: O estudo sugere que a maioria dos indivíduos submetidos à trombólise para tratamento de AVC isquêmico recupera a capacidade de andar dentro de sete dias da ocorrência do evento, e que esta recuperação está associada ao equilíbrio nas primeiras horas após o AVC.</p> 2022-06-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/189214 Sintomas de ansiedade e depressão durante a pandemia da COVID-19: um estudo comparativo em função da prática de exercício e qualidade da alimentação 2022-02-21T14:50:25-03:00 Daniel Vicentini de Oliveira d.vicentini@hotmail.com Natália Quevedo dos Santos natquevedo01@gmail.com Gabriel Lucas Morais Freire bi88el@gmail.com José Roberto Andrade do Nascimento Júnior jroberto.jrs01@gmail.com Yara Lucy Fidelix yara.fidelix@univasf.edu.br Alice Pinheiro Scarponi alinescarponi@hotmail.com Sonia Maria Marques Gomes Bertolini sonia.bertolini@unicesumar.edu.br <p>Objetivo: Comparar os sintomas de ansiedade e depressão de adultos brasileiros durante a pandemia da COVID-19 em função da prática de exercício e qualidade da alimentação. Método: Pesquisa transversal e observacional, realizada com 1.118 adultos (18 a 59 anos) de diferentes regiões do Brasil. Foram utilizados um questionário com questões sociodemográficas, de prática de exercício físico, alimentação e isolamento social durante a pandemia da COVID-19. Foi utilizada também a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HAD). Resultados: A análise de dados foi realizada por meio do teste Koolmogorov-Smirnov, teste de homogeneidade das variâncias de Levene e teste t independente (p&lt;0,05). Os indivíduos que reportaram que não praticavam exercício físico antes do isolamento social apresentaram maiores escores tanto de ansiedade quanto de depressão (p= 0,001). Já os indivíduos que reportaram estar praticando exercício durante o isolamento social apresentam menores escores tanto de ansiedade quanto de depressão (p= 0,001). Os indivíduos que reportaram estar ingerindo maior quantidade e pior qualidade de alimentos durante o isolamento, apresentam maiores escores em ambas as variáveis. Conclusão: A prática de exercício físico e a qualidade da alimentação demonstraram ser, possivelmente, fatores intervenientes nos sintomas de ansiedade e depressão antes e durante o período de isolamento social provocado pela pandemia da COVID-19.</p> 2022-06-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/184818 Efeitos de um protocolo de aquecimento-alongamento-resfriamento sobre a flexibilidade muscular 2022-04-19T15:27:30-03:00 Hugo Machado Sanchez hmsfisio@yahoo.com.br Cibele Cristhine Santos de Sousa cibele_cristhine@hotmail.com Naiara Souza Vieira naiara.vsouza@gmail.com Eliane Gouveia de Morais Sanchez egmfisio@yahoo.com.br Gustavo Gerolami de Melo Almeida almeidag@uthscsa.edu <p>Objetivo: Investigar os efeitos da associação entre alongamento e recursos termoterapêuticos sobre o ganho de flexibilidade e amplitude de movimento. Métodos: Este ensaio clínico, controlado, não randomizado e cego teve duração de três semanas, com duas sessões semanais e incluiu 27 indivíduos do sexo feminino, as quais compuseram tanto o grupo experimental quanto o controle, de forma que um de seus membros inferiores recebeu a intervenção terapêutica dos recursos termoterapêuticos e o membro oposto foi submetido apenas ao alongamento. A análise angular foi realizada através do software de avaliação postural Kinovera. Resultados: Os efeitos do alongamento associado ao calor prévio e resfriamento pós intervenção se mostraram mais eficazes comparado ao grupo controle pré-intervenção (p&lt;0,000), grupo controle pós intervenção (p= 0,003) e grupo experimental pré-intervenção (p&lt;0,000). Conclusão: A aplicação de calor prévio ao alongamento, seguido pelo emprego imediato de resfriamento propicia ganhos de flexibilidade muscular e amplitude de movimento maiores que o alongamento simples.</p> 2022-06-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica