https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/issue/feed Acta Fisiátrica 2022-03-31T00:00:00-03:00 Revista Acta Fisiátrica actafisiatrica@hc.fm.usp.br Open Journal Systems <p style="text-align: justify;">A Acta Fisiátrica (ISSN 0104-7795 | e-ISSN 2317-0190) é uma publicação do Instituto de Medicina Física e Reabilitação do Hospital das Clínicas e do Departamento de Medicina Legal, Ética Médica, Medicina Social e do Trabalho da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo com o apoio da Fundação Faculdade de Medicina e da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação (ABMFR).</p> <p style="text-align: justify;">A Acta Fisiátrica é um periódico científico com periodicidade trimestral, de acesso livre, no formato eletrônico. Sua principal missão é difundir o conhecimento da comunidade brasileira envolvida em Medicina Física e Reabilitação, dando sempre preferência para os artigos produzidos no Brasil, porém autores de outros países também podem encaminhar sua produção científica, pois é do entendimento da revista que as contribuições estrangeiras podem fornecer novas abordagens aos problemas enfrentados no país.</p> https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/173126 Possibilidades de utilização da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) na saúde da criança: uma revisão sistemática 2021-12-09T16:31:02-03:00 Gabriela Santos Pereira gabrielapereira_santos@hotmail.com Heyriane Martins dos Santos heyrianemartins@gmail.com Thais Nogueira Simões Gonçalves thaisnsg@hotmail.com Thayane Correa Pereira Brandão thayane.cpb@outlook.com Paulo Roberto Fonseca Junior paulofonseca28@gmail.com Soraia Micaela Silva soraia.micaelaa@gmail.com <p>Objetivo: Sintetizar as possibilidades de utilização da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) na saúde da criança. Métodos: O processo de revisão seguiu as recomendações do PRISMA (<em>Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses</em>). A revisão foi realizada nas bases de dados MEDLINE (Pubmed), LILACS e SciELO, compreendendo estudos em inglês, português ou espanhol, publicados até 2018. Resultados: Foram identificados 2375 estudos, destes, 1145 foram excluídos por duplicidade, restando 1230 para análise. Ao final, 29 artigos foram eleitos para a elaboração deste estudo. Foi possível observar grande diversidade de utilização da CIF, desde uso como desfechos de ensaios clínicos, uso do modelo biopsicossocial e uso de conceitos e categorias da CIF. Todos os componentes da CIF foram citados dentre os estudos, com maior ênfase para o componente de funções corporais e atividade e participação. Conclusões: A CIF é uma ferramenta importante e útil para a classificação da funcionalidade de crianças de forma holística em ensaios clínicos, estudos observacionais e na prática clínica. Além disso, é possível fazer acompanhamento evolutivo do desenvolvimento infantil a partir dos qualificadores da CIF.</p> 2022-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/194264 Uso de aplicativo para análise de movimento: estudo piloto 2022-01-24T10:34:53-03:00 Fabio Marcon Alfieri fabioalfieri@usp.br Jose Augusto Fernandes Lopes jose.lopes@hc.fm.usp.br Dhiogo José Corrêa de Sá dhiogo.sa@acta.br Carla de Sousa Lago Moussalli Jorge cm@linkfit.com.br Vinícius Delgado Ramos vinicius.ramos@hc.fm.usp.br Linamara Rizzo Battistella linamara.battistella@hc.fm.usp.br <p>Medidas alternativas e de baixo custo podem ser importantes para análise do movimento humano. Objetivo: Verificar a concordância de análise de movimento humano entre aplicativo de monitoramento por meio de inteligência artificial com análise tridimensional de movimento. Método: Estudo transversal observacional no qual voluntário sadio realizou movimentos de: flexão dos braços, flexão de cotovelos, flexão de tronco, inclinação de tronco e sentar e levantar. As imagens foram captadas por meio de sistema de análise tridimensional do movimento por câmeras infravermelhas e pelo aplicativo da Linkfit por meio de dois dispositivos móveis (smartphones). Foram comparados os ângulos estimados pelo aplicativo da Linkfit com os ângulos correspondentes medidos pelo sistema de análise tridimensional do movimento. Para comparar os ângulos da LinkFit com os ângulos mensurados pelo laboratório tridimensional de movimento, o teste de causalidade de Granger foi usado para cada série paralela dos dados. Resultados: A utilização de técnicas de visão computacional e deep learning para detecção de movimento utilizando câmeras de celular mostrou um grau de concordância de 84% em relação à medidas geradas por análise tridimensional de movimento realizadas em laboratório. Conclusão: A utilização de técnicas de visão computacional e deep learning é promissora para a realização de estudos que envolvem a detecção do movimento do corpo humano, quando comparadas com medidas de padrão-ouro de análise de movimento, podendo ser portanto, uma alternativa. Estudos futuros devem ser realizados utilizando maior número de voluntários e movimentos, com o intuito de consolidar os resultados obtidos nesse estudo.</p> 2022-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/186736 Comparação de diferentes frequências da estimulação diafragmática elétrica transcutânea em indivíduos saudáveis: ensaio clínico randomizado cruzado 2021-10-21T10:34:37-03:00 Renata Italiano da Nóbrega Figueiredo renata.italiano@gmail.com Rodrigo Della Méa Plentz roplentz@yahoo.com.br Fabio Juner Lanferdini fabiolanferdini@gmail.com Marco Aurélio Vaz marco.vaz@ufrgs.br Graciele Sbruzzi graciele.sbruzzi@ufrgs.br <p><span class="fontstyle0">A maioria dos estudos utilizam a estimulação diafragmática elétrica transcutânea (EDET) com frequência (F) de estímulo de 30Hz e testar diferentes frequências torna-se necessário para uma aplicação otimizada. </span><span class="fontstyle2">Objetivo: </span><span class="fontstyle0">Foi comparar o efeito agudo de duas frequências diferentes da EDET sobre a força muscular respiratória e endurance, ativação diafragmática, espessura muscular e mobilidade diafragmática, variáveis cardiovasculares e segurança em indivíduos saudáveis. </span><span class="fontstyle2">Métodos: </span><span class="fontstyle0">Estudo randomizado cruzado com 20 indivíduos saudáveis submetidos a duas intervenções: Grupo I com F= 30Hz e Grupo II com F= 80Hz. A aplicação foi nos pontos motores do diafragma, com duração do pulso de 500µs, durante 30 minutos. Foram avaliados a pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD), frequência cardíaca (FC), força muscular respiratória pela pressão inspiratória máxima (PImax), pressão expiratória máxima (PEmax), endurance e espessura muscular em inspiração (EDI) e expiração (EDE), mobilidade e ativação diafragmática. </span><span class="fontstyle2">Resultados: </span><span class="fontstyle0">O GI apresentou redução significativa em comparação às condições basais para os desfechos de PAS (p= 0.04), FC (p&lt;0.001), EDI (p= 0,02), PIF (p= 0.01), e S-Index (p= 0.03). O GII apresentou redução significativa em comparação às condições basais para FC (p&lt;0.001) e aumento da PEmax (p&lt;0.001). Porém, estas alterações não foram clinicamente importantes e não houve diferença entre os grupos para nenhum desfecho avaliado. Nenhuma intercorrência foi observada. </span><span class="fontstyle2">Conclusão: </span><span class="fontstyle0">A EDET com F-80Hz produz efeitos semelhantes a F-30Hz em indivíduos saudáveis e ambas as frequências provaram ser seguras (NCT03844711).</span></p> 2022-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/180093 Validação de um modelo preditivo do VO2pico em jovens brasileiros com espinha bífida 2022-02-11T16:57:43-03:00 Marisa Maia Leonardi-Figueiredo marymisa@hotmail.com Gabriela Barroso de Queiroz Davoli gabriela.bqdavoli@gmail.com Ana Claudia Mattiello-Sverzut acms@fmrp.usp.br <p><span class="fontstyle0">Objetivo: </span><span class="fontstyle2">Validar uma equação preditiva do consumo pico de oxigênio (VO</span><span class="fontstyle2">2pico</span><span class="fontstyle2">) em jovens brasileiros com espinha bífida. </span><span class="fontstyle0">Métodos: </span><span class="fontstyle2">Vinte participantes com espinha bífida realizaram um teste ergoespirométrico de membros superiores para medir o VO2</span><sub><span class="fontstyle2">pico</span></sub><span class="fontstyle2">. Os valores de VO2</span><sub><span class="fontstyle2">pico </span></sub><span class="fontstyle2">preditos pela equação “VO</span><span class="fontstyle2">2<sub>pico </sub></span><span class="fontstyle2">(mL/min)= 194 + 18 × carga pico – 110 × sexo” foram comparados com o VO</span><span class="fontstyle2">2<sub>pico </sub></span><span class="fontstyle2">medido. </span><span class="fontstyle0">Resultados: </span><span class="fontstyle2">O VO</span><span class="fontstyle2">2<sub>pico</sub> </span><span class="fontstyle2">predito pela equação não foi diferente do VO</span><span class="fontstyle2">2<sub>pico </sub></span><span class="fontstyle2">medido. Foi encontrada alta correlação entre os valores de VO</span><span class="fontstyle2">2<sub>pico </sub></span><span class="fontstyle2">e, a análise Bland Altman não mostrou diferença significativa, demonstrando concordância entre os valores. </span><span class="fontstyle0">Conclusão: </span><span class="fontstyle2">A equação preditiva do VO</span><span class="fontstyle2">2<sub>pico</sub> </span><span class="fontstyle2">é válida para jovens brasileiros com espinha bífida e é uma alternativa vantajosa para obter e acompanhar o condicionamento físico e prescrever a intensidade de treinamento nesses indivíduos.</span></p> <p> </p> 2022-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/170112 Avaliação postural: avaliação quantitativa da postura estática de crianças de seis a dez anos de idade 2022-02-11T16:10:25-03:00 Tiago Gomes de Souza tiago_information@yahoo.com.br Ian Mazzetti Rodrigues Valle ianmazzetti98@gmail.com Ingrid Thaiane Soares Batista ingrid_hand@hotmail.com Lara Elena Gomes lara_foquinha@yahoo.com.br Rodrigo Gustavo da Silva Carvalho rodrigo.carvalho@univasf.edu.br <p><span class="fontstyle0">A avaliação da postura corporal estática de crianças permite identificar e prevenir desordens musculoesqueléticas no estágio inicial. </span><span class="fontstyle2">Objetivo: </span><span class="fontstyle0">Avaliar a postura estática de alunos de uma escola pública, comparando a postura entre as faixas etárias e entre os sexos. </span><span class="fontstyle2">Métodos: </span><span class="fontstyle0">A amostra foi composta por 130 escolares (62 do sexo masculino e 68 do sexo feminino), os quais tinham entre 6 e 10 anos de idade. Cada escolar foi fotografado nas vistas anterior, posterior e lateral direita, e o registro fotográfico foi analisado por meio do Software de Avaliação Postural (SAPo). </span><span class="fontstyle2">Resultados: </span><span class="fontstyle0">Somente foi encontrada diferença entre os sexos no ângulo do tornozelo, além de interação entre sexo e faixa etária. Em relação à idade, o alinhamento horizontal dos acrômios e o alinhamento horizontal da cabeça foram diferentes entre 6-7 e 9 anos. O alinhamento horizontal da cabeça, o alinhamento horizontal das espinhas ilíacas ântero-superior (EIAS) e o alinhamento sagital do membro inferior também apresentaram interação significativa entre sexo e idade. </span><span class="fontstyle2">Conclusão: </span><span class="fontstyle0">Em média, a maioria dos resultados demonstra que há um alinhamento vertical e uma simetria horizontal nos ângulos analisados, com exceção do alinhamento sagital do membro inferior, do ângulo do tornozelo e do alinhamento sagital do corpo que não demostraram um alinhamento próximo do ideal. Logo, os escolares avaliados apresentam uma boa saúde musculoesquelética.</span></p> 2022-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/188498 Efeitos do método Pilates na água em idosas: repercussão nos aspectos físicos e emocionais 2021-12-09T16:54:43-03:00 Alexssander Weber Crivellaro alexcrivellaro2@gmail.com Deise Iop Tavares deiseiop@hotmail.com Tamires Daros dos Santos tamires.daros@gmail.com Alecsandra Pinheiro Vendrusculo alecsandrav@hotmail.com <p>Objetivo: Verificar os efeitos do método Pilates na Água na imagem corporal, autoestima, percepção acerca do envelhecimento, equilíbrio postural e força de preensão palmar em idosas. Método: Estudo descritivo, experimental, composto por 33 idosas residentes de uma cidade do interior do Rio Grande do Sul. Utilizou-se os seguintes questionários: Body Appreciation Scale (BAS) para a apreciação da imagem corporal, Escala de Autoestima de Rosenberg para avaliação da autoestima, Aging Perceptions Questionnaire (APQ) para a percepção em relação ao envelhecimento, Timed Up and Go (TUG) para o equilíbrio e dinamômetro digital portátil para avaliação da força de preensão palmar. O protocolo do Pilates na água foi realizado duas vezes na semana por um período de 36 semanas. Resultados: Cinco idosas (14,3%) apresentavam maior risco de quedas e após a intervenção, apenas duas idosas (5,7%). Quanto a dinamometria (pré 16,20 ± 5,07 KgF e pós 16,39 ± 5,30 KgF, p= 0,951) e a apreciação da imagem corporal (pré 4,9 (4,3-5,0) e pós 4,9 (4,7-5,0), p= 0,66) não apresentaram diferença significativa. A autoestima foi satisfatória (100%). A percepção das participantes sobre o envelhecimento propicia melhor qualidade de vida. Conclusão: É um recurso apropriado para idosos e capaz de gerar muitos benefícios.</p> 2022-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/185715 Tradução e adaptação cultural da ferramenta de avaliação de riscos ergonômicos de membros superiores – Hand Arm Risk Assessment Method – HARM-BR 2022-02-21T15:04:50-03:00 Leonardo Dutra de Salvo Mauad leonardo.mauad@usp.br Natália Sartori nasartori90@gmail.com Karime Saba Ferreira karimesaba@gmail.com Ester Rodrigues do Carmo Lopes esterlopesrc@usp.br Karen Ayumi Kawano Suzuki karensuzukib@gmail.com Natália Claro da Silva natalia.claros7@gmail.com Vinícius Restani de Castro viniciusrcastro@outlook.com Marisa de Cássia Registro Fonseca marisa@fmrp.usp.br <p>Lesões musculoesqueléticas nos membros superiores estão intimamente ligadas a limitações funcionais e incapacidades. Estas lesões podem estar relacionadas ao trabalho e são conhecidas como Lesões por Esforços Repetitivos (LER) ou Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT). A avaliação ergonômica visa detectar os fatores de riscos para o desenvolvimento das LER/DORT e assim, intervenções e/ou ações preventivas possam ser implementadas. Para isso, são necessárias ferramentas observacionais de avaliação traduzidas e validadas para que resultados fidedignos sejam alcançados. O questionário HARM 2.0 é uma ferramenta de avaliação específica que indica se há risco de lesão em diversas tarefas que utilizam majoritariamente os membros superiores durante sua jornada de trabalho. Objetivo: Conduzir a tradução e adaptação transcultural do questionário HARM 2.0 para ser usado para avaliação e prevenção de riscos de lesões relacionadas ao trabalho. Métodos: A tradução e adaptação transcultural seguiu um protocolo composto por quatro estágios: tradução, síntese, retrotradução, revisão pelo comitê de especialistas e aprovação do conteúdo pelas autoras da versão original. Resultados: O estágio inicial (Estágio I) de tradução do questionário HARM 2.0 transcorreu sem intercorrências. Com relação ao grau de dificuldade, o tradutor expert referiu facilidade ao traduzir os itens e instruções do instrumento, enquanto a tradutora leiga considerou a dificuldade como moderada. Conclusão: O instrumento HARM-BR 2.0 apresentou resultados satisfatórios no processo de tradução e adaptação transcultural, estando sua versão disponível para uso. Futuros estudos são necessários para analisar as suas propriedades de medidas para a população brasileira de trabalhadores.</p> 2022-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/185748 Correlação entre risco de quedas, vulnerabilidade e composição corporal de idosos de um centro de atenção integral a saúde do idoso 2021-12-09T17:10:12-03:00 Miguel Jânio Costa Ferreira mfpersonal2010@hotmail.com Andréa Santana Carneiro coach_deacarneiro@outlook.com Alisson Sousa Santos aliisomsousa@hotmail.com Elaine Farias Ibiapina elaineibiapina@outlook.com Lisiane Fernanda Simeão fernanda_quimica91@hotmail.com Almir Vieira Dibai Filho almir.dibai@ufma.br Daniela Bassi Dibai danielabassifisio@gmail.com Maria Claudia Gonçalves mcgfisio0@gmail.com <p><span class="fontstyle0">Objetivo: </span><span class="fontstyle2">Investigar a correlação do risco de queda com a diminuição da mobilidade funcional, vulnerabilidade e a obesidade em idosos. </span><span class="fontstyle0">Método: </span><span class="fontstyle2">Estudo transversal, foram avaliados idosos ativos de ambos os sexos, idade entre 60-85 anos e excluídos voluntários que não realizaram os testes avaliativos propostos para identificar a mobilidade funcional e o estado nutricional. Foram aplicados os testes Índice de Massa Corporal (IMC) que classificou o estado nutricional desnutrição IMC ≤ 22, risco nutricional IMC= 22.1-24.0, peso ideal IMC= 24.1-27.0, sobrepeso IMC 27.1-30 e obesidade com IMC &gt; 30.0, o Timed Up &amp; Go (TUG) para identificar a mobilidade funcional e os riscos funcionais relacionados a quedas em idosos e a classificação adotada para este estudo foi ≥ 10s sendo indicadores de risco de quedas e o Vulnerable Elders Survey (VES-13) que classificou como idoso vulnerável os voluntários com a pontuação &gt; 2 pontos. A análise estatística foi realizada em 95% nível de confiança e p&lt;0,05. </span><span class="fontstyle0">Resultados: </span><span class="fontstyle2">Participaram 104 idosos, classificados com ausência de risco para quedas (67.3%), não vulneráveis (67.3%) e como obesos (24%). Não foi observada correlação entre obesos com o risco de quedas no tempo em segundos do TUG [ρ= -0.115; p&gt;0.05] e com a classificação do TUG [ρ= -0.152; p&gt;0.05]. Porém, foi observada correlação entre a vulnerabilidade com o risco de quedas no tempo em segundos do TUG [ρ= 0.217; p&lt;0.05]. </span><span class="fontstyle0">Conclusão: </span><span class="fontstyle2">Não foi observada correlação entre obesidade e risco para quedas. Contudo, verificou-se que quando mais vulnerável maior é o risco para quedas.</span></p> 2022-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/168523 Confiabilidade interavaliadores e teste-reteste da Escala de Participação (P-Scale) em pacientes após acidente vascular cerebral 2021-12-02T16:21:37-03:00 Fabiana Caetano Martins Silva e Dutra fabiana.dutra@uftm.edu.br Alessandra Carvalho Alves to.alecarvalho@gmail.com Alberto Luiz Aramakic alberto_koston@hotmail.com Maíra Ferreira do Amaral mairaferreira.to@gmail.com Alessandra Cavalcantie lelecavalcanti@yahoo.com.br <p><span class="fontstyle0">A versão brasileira da Escala de Participação (P-Scale) é um instrumento de avaliação que mensura restrições em participação em indivíduos com diversas condições de saúde. </span><span class="fontstyle2">Objetivos: </span><span class="fontstyle0">Avaliar a confiabilidade interexaminador e teste-reteste da versão brasileira da P-Scale em um grupo de pacientes pós-acidente vascular cerebral (AVC). </span><span class="fontstyle2">Método: </span><span class="fontstyle0">Estudo metodológico, avaliou 20 pacientes com diagnóstico de AVC atendidos em um Centro de Reabilitação. A confiabilidade do escore total foi avaliado por meio do Coeficiente de Correlação Intraclasse (ICC). A confiabilidade interavaliador e testereteste de cada item foi medida pelo Coeficiente Kappa com ponderação quadrática. Para avaliação da concordância entre os escores obtidos item por item interavaliador e teste-reteste, foi utilizado o gráfico Bland-Altman. </span><span class="fontstyle2">Resultados: </span><span class="fontstyle0">A versão brasileira da PScale apresentou confiabilidade quase perfeita da maioria dos itens (kw&gt;0,81), sem erros sistemáticos de mensuração avaliados pelo gráfico de concordância de Bland-Altman (p= 0,350) e excelente confiabilidade teste-reteste do escore total (ICC= 0,96; p= 0,000). Em relação à confiabilidade interexaminador, os itens apresentaram confiabilidade variando de quase perfeita (kw&gt;0,81) a regular (0,21&lt;kw&gt;0,40) e o gráfico de concordância de Bland-Altman indicou diferenças sistemáticas de mensuração (p= 0,018) apenas para dois casos atípicos. ICC da confiabilidade interexaminador do escore total foi excelente tanto na análise da amostra total (ICC= 0,95 para 20 indivíduos; p= 0,000), quanto na amostra sem os casos atípicos (ICC= 0,97 para 18 casos; p= 0,000). </span><span class="fontstyle2">Conclusão: </span><span class="fontstyle0">A versão brasileira da P-Scale apresentou excelente confiabilidade teste-reteste e interexaminador para avaliar participação em pacientes após AVC.</span></p> 2022-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/188822 Reabilitação pós-COVID-19: demandas dos pacientes e resultado da intervenção por equipe multidisciplinar 2022-02-21T15:28:10-03:00 Chiara Maria Tha Crema chiaracrema8@gmail.com Eduardo Hummelgen eduardohummelgen@bol.com.br Luana Cristina Basso Demogalski ludemogalski@gmail.com Luma Cardoso luma.to@hotmail.com Claudia Bauer claudiasantos_to@hotmail.com Renato Nickel rnickel@ufpr.br <p>Apesar de atingirem padrões de alta clínica, pacientes com COVID-19 não retomam as atividades cotidianas devido à incapacidade, sendo o processo de reabilitação de interesse dos serviços de saúde e sociedade. Objetivos: Descrever o nível de funcionalidade do paciente pós-Covid-19 e resultados de um processo de reabilitação multidisciplinar. Métodos: Estudo observacional, descritivo, de abordagem quantitativa, relativo à avaliação das demandas e processo de reabilitação interdisciplinar. Resultados: 22 pacientes participaram do estudo, idade 48,46 anos (±12,63), 50% homens, sendo que 81,8% apresentavam comorbidades e 95,5% sobrepeso ou algum grau de obesidade. Todos apresentaram diminuição na QV (SF36) e não alcançaram a distância média esperada para o teste de 6 minutos, 20 pacientes apresentaram dispnéia para realizar as atividades cotidianas e 21 apresentaram limitação na Escala de Status Funcional Pós-Covide19 (PCSF). O resultado do processo de reabilitação com 20 pacientes, mostrou na comparação antes e depois, diferenças significativas na força muscular (,000) PeakFlow Meter (,000), Berg (,000), Barthel (,001), teste 6 minutos para freqüência cardíaca (,002) e distância percorrida (,000). Na SF-36 para os domínios de Estado Geral da saúde (, 058) e Aspectos Emocionais (0,194) a diferença não foi significativa. Para as variáveis ordinais houve diferença significativa para PCSF (,000) e dispnéia (,000). Conclusão: O estudo aponta que a incapacidade do paciente teve maior correlação na entrada do serviço com o tempo de internação e que um processo de reabilitação interdisciplinar melhora na funcionalidade e QV do paciente com sequelas de Covid-19.</p> 2022-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Acta Fisiátrica