Pan-africanismo e teoria social: uma herança crítica

Autores

  • Muryatan Santana Barbosa Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2526-303X.v0i31-32p135-155

Palavras-chave:

Pan-africanismo. Negritude. Pensamento negro. Diáspora negra. Teoria social

Resumo

O Pan-africanismo nasceu da luta de ativistas negros em prol da valorização de sua coletividade étnico-racial. Sua marca original é a construção de visões positivas e internacionalistas acerca desta identidade, entendida como comunidade negra: africana e afrodescendente. Entre seus representantes, destacam-se intelectuais como E. Blyden, W. E. Du Bois, M. Garvey, Frantz Fanon e K. N’Krumah. Na segunda metade do século XX, esta tradição sofreu severas críticas no plano teórico e político. Sobretudo, por estar supostamente criando uma visão essencialista desta coletividade negra. Este ensaio visa expor, de forma resumida, a disputa em torno do ideário pan-africano. Por fim, irá destacar como alguns princípios norteadores desta tradição podem ser úteis como aspectos teóricos da nova agência negro-africana

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Biografia do Autor

  • Muryatan Santana Barbosa, Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências
    Professor universitário, Mestre em Sociologia e Doutorando em História da África pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências da Universidade de São Paulo

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Publicado

2012-12-20

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Pan-africanismo e teoria social: uma herança crítica. África, [S. l.], n. 31-32, p. 135–155, 2012. DOI: 10.11606/issn.2526-303X.v0i31-32p135-155. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/africa/article/view/115352.. Acesso em: 23 abr. 2024.