Transgressing borders or bodies, deconstructing geographies in Tahar Ben Jelloun’s “Partir”

Autores

  • Babatunde Ayeleru University of Ibadan. Department of European Studies
  • Richard Oko Ajah University of Uyo. Department of Foreign Languages

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2526-303X.v0i29-30p187-202

Palavras-chave:

Magreb, Ficção, Tahar Ben Jelloun.

Resumo

As imagens paradisíacas da Europa e as imagens de uma África destroçada formam a matéria-prima para a configuração dos sonhos de deslocamento de um migrante Africano. Tal conceituação pictórica do estrangeiro, do de fora, define bem a arquitetura e a ambivalência de suas esperanças de partida de sua terra. Com a politização do espaço e do tempo, o seu “faux papiers” não pode garantir a possibilidade de entrada; o migrante é confrontado com a impenetrabilidade das fronteiras fechadas e dos limites. A Europa, agora símbolo de um corpo feminino, deve ser efetivada. Embora o limite (corpo) é hermético, poderia ser penetrado ou violado de forma enérgica. Focalizando Partir, de Tahar Ben Jelloun, este trabalho tenta mostrar como e porque os migrantes magrebinos transgridem fronteiras a fim de atingir os seus conceitos e idealizações dos países europeus, o que é analisado em relação ao discurso do corpo feminino. Este trabalho foca a idealização romântica do exterior impulsionada por sua penetração forçada ou transgressão de suas fronteiras. O autor deste trabalho entende também que a transgressão do espaço permite ao escritor desconstruir geografias globais que têm sido altamente politizados através do poder eurocêntrico do mapa (mundi).

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Publicado

2011-12-09

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Transgressing borders or bodies, deconstructing geographies in Tahar Ben Jelloun’s “Partir”. África, [S. l.], n. 29-30, p. 187–202, 2011. DOI: 10.11606/issn.2526-303X.v0i29-30p187-202. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/africa/article/view/96115.. Acesso em: 19 jul. 2024.