Negritude brasileira

  • Wilton Garcia FATEC (Itaquaquecetuba); Uniso
Palavras-chave: negritude brasileira, racismo, afrodescendência

Resumo

Já faz algum tempo que a escravidão no Brasil acabou. No entanto, o povo afrodescente continua recebendo tratamento desigual (desumano), embora represente enorme população, em termos percentuais, sobretudo se pensarmos a questão da mestiçagem. O colonialismo deixou marcas devastadoras no mundo. De modo irônico, o retrato dessa desigualdade econômica e social reflete, diretamente, no pequeno número de negros presentes na universidade brasileira, associado ao grande número de negros nas prisões deste país

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Biografia do Autor

Wilton Garcia, FATEC (Itaquaquecetuba); Uniso
Doutor em Ciências da Comunicação (USP); Artista visual; professor dos programas de Graduação e Pós-Graduação da Fatec (campus Itaquaquecetuba) e Universidade de Sorocaba
Publicado
2016-05-02
Como Citar
Garcia, W. (2016). Negritude brasileira. Revista Alterjor, 13(1), 2-4. Recuperado de https://www.revistas.usp.br/alterjor/article/view/114111