A voz e a vez da redação: relatos acerca da trajetória de formação do telejornalismo brasileiro – Parte 7 – João Batista de Andrade
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2176-1507.v21i1p21-31Palavras-chave:
Televisão, Documentário, Telejornalismo, João Batista de AndradeResumo
O cineasta João Batista de Andrade, apesar de já ser premiado e reconhecido, nos anos setenta atuou como repórter e diretor de documentários, em duas emissoras brasileiras. Primeiro foi na TV Cultura, produzindo reportagens diárias para o telejornal Hora da Notícia, e depois no Globo Repórter e na direção de reportagens especiais para diversos programas da emissora. A entrevista dele revela detalhes da passagem dos cineastas, pela televisão brasileira. Um momento histórico e significativo para a memória do telejornalismo, porque revela a influência dos cineastas e documentaristas no telejornalismo. João Batista de Andrade concedeu entrevista, no dia 12 de dezembro de 2006, na cidade de São Paulo, quando ocupava o cargo de Secretário Estadual de Cultura.
Downloads
Referências
KNEIPP, V.P. Trajetória da formação do telejornalista brasileiro–as implicações do modelo americano. Tese de Doutorado. Orientação: José Marques de Melo. São Paulo: PPGCOM-ECA-USP, 2008.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2020 Creative Commons

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Ao submeter qualquer material científico para a Revista Alterjor, o autor, doravante criador, aceita licenciar seu trabalho dentro das atribuições do Creative Commons, na qual seu trabalho pode ser acessado e citado por outro autor em um eventual trabalho, porém obriga a manutenção de todos os autores que compõem a obra integral, inclusive aqueles que serviram de base para o primeiro.
Toda obra aqui publicada encontra-se titulada sob as seguintes categorias da Licença Creative Commons (by/nc/nd):
- Atribuição (de todos os autores que compõem a obra);
- Uso não comercial em quaisquer hipóteses;
- Proibição de obras derivadas (o trabalho não poderá ser reescrito por terceiros. Apenas textos originais são considerados);
- Distribuição, exibição e cópia ilimitada por qualquer meio, desde que nenhum custo financeiro seja repassado.
Em nenhuma ocasião a licença da Revista Alterjor poderá ser revertida para outro padrão, exceto por uma nova atualização da Creative Commons.












