‘As crianças não podem saber de nada’

crianças periféricas e o consumo de notícias

Autores

  • Andressa Ribeiro Sales Fiam-Faam Centro Universitário
  • Juliana Doretto Fiam-Faam Centro Universitário

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1982-1689.anagrama.2018.150383

Palavras-chave:

Recepção, Crianças, Internet, Jornalismo, Periferias

Resumo

Com base em entrevistas realizadas com meninos e meninas de menor rendimento e com faixa etária entre 10 e 12 anos, moradoras do bairro periférico, Jardim Orion, zona sul de São Paulo, este trabalho buscou compreender como se dá o consumo de notícias jornalísticas feito por elas, sobretudo na Internet e meios digitais. Entendemos que, assim como mostram outros trabalhos da área, as crianças têm consciência sobre o que é notícia jornalística e que seu consumo jornalístico é feito primeiramente na televisão, apesar de usarem a rede com frequência. Podemos perceber ainda que o jornalismo sensacionalista está presente da vida das crianças que moram na periferia de forma mais intensa do que nas classes mais altas, e isso tornou-se referência para elas no que diz respeito às notícias.

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Biografia do Autor

Juliana Doretto, Fiam-Faam Centro Universitário

Professora do Programa de Mestrado Profissional em Jornalismo e da graduação em Jornalismo do Fiam-Faam Centro Universitário. Doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa. E-mail: jdoretto@gmail.com.      

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Publicado

2018-11-13

Como Citar

Sales, A. R., & Doretto, J. (2018). ‘As crianças não podem saber de nada’: crianças periféricas e o consumo de notícias. Anagrama, 12(2). https://doi.org/10.11606/issn.1982-1689.anagrama.2018.150383