MASP entre Guerrilla Girls e 8M:

as ações do museu pela discussão das histórias femininas e feministas

  • Giovanna Mendonça Cozzetti Aluna de Graduação em Comunicação Social com Habilitação em Relações Públicas da Universidade de São Paulo
  • Lucas Nibbering USP
Palavras-chave: Museu de Arte de São Paulo, narrativas femininas-feministas, Guerrilla Girls, 8M

Resumo

O presente artigo se propõe a analisar as ações empreendidas pelo Museu de Arte de São Paulo no sentido de conceder maior espaço às narrativas femininas-feministas, a partir da Exposição das Guerrilla Girls, de 2017, até a ação do Dia Internacional da Mulher, #8M, em 2019. Ademais, também foi realizada uma análise com o objetivo de avaliar se o discurso inclusivo do museu está alinhado às práticas institucionais. Para tanto, foram levadas em consideração, além do Relatório Anual de atividades do MASP, produções teóricas de autores clássicos e, especialmente, de autoras do gênero feminino.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Giovanna Mendonça Cozzetti, Aluna de Graduação em Comunicação Social com Habilitação em Relações Públicas da Universidade de São Paulo
Aluna de Graduação em Comunicação Social com Habilitação em Relações Públicas da Universidade de São Paulo.
Lucas Nibbering, USP

Estudante de graduação do curso de Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

Publicado
2020-06-23
Como Citar
Cozzetti, G., & Nibbering, L. (2020). MASP entre Guerrilla Girls e 8M:. Anagrama, 14(1). Recuperado de https://www.revistas.usp.br/anagrama/article/view/169611