O tratamento das superfícies arquitetônicas como problema teórico da restauração

Autores

  • Beatriz Mugayar Kühl Universidade de São Paulo; Faculdade de Arquitetura e Urbanismo; Depto. de História

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0101-47142004000100021

Palavras-chave:

Superfícies arquitetônicas, Teoria da restauração, Monumentos históricos

Resumo

O artigo aborda a questão das superfícies arquitetônicas e sua relação com a teoria de restauração. São examinadas com esse intuito, em linhas gerais, as transformações por que passaram as teorias de restauro. Analisam-se também as tendências contemporâneas, com o intuito de averiguar os princípios gerais que deveriam guiar as intervenções. Verificase então o que ocorre na prática de intervenções em superfícies arquitetônicas, notando-se que há uma dissociação entre teoria e prática. Neste texto, procura-se enfatizar a relevância da reflexão teórica para enfrentar os problemas em toda a sua complexidade e como meio eficiente de preservar os aspectos materiais, históricos, formais e simbólicos dos monumentos.

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Publicado

2004-12-01

Edição

Seção

Conservação e Restauração

Como Citar

KÜHL, Beatriz Mugayar. O tratamento das superfícies arquitetônicas como problema teórico da restauração . Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, São Paulo, v. 12, n. 1, p. 309–330, 2004. DOI: 10.1590/S0101-47142004000100021. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/anaismp/article/view/5411.. Acesso em: 14 jun. 2024.