A conservação do estandarte da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

Autores

  • Teresa Cristina Toledo de Paula USP; Museu Paulista; Divisão de Acervo e Curadoria
  • Luciana Coutinho da Silveira USP; Museu Paulista; Divisão de Acervo e Curadoria

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0101-47142004000100022

Palavras-chave:

Tecidos no Brasil, Têxtil, Conservação de têxteis, Cor

Resumo

Este texto descreve, com o apoio de desenhos e imagens, os diferentes aspectos considerados no desenvolvimento do trabalho de conservação e restauração de um estandarte de tecido pertencente à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Brasil, realizado entre setembro de 2001 e julho de 2002 no Setor de Têxteis do Museu Paulista da USP. O estandarte, criado em 1918 para representar a Escola de Medicina em desfiles e celebrações públicas, foi encomendado ao pintor Oscar Pereira da Silva e traz os principais símbolos atribuídos à medicina. Confeccionado em tecido de seda verde (cor atribuída à medicina), entretanto, desde muito tempo teve sua cor alterada para amarelo ouro e, como um estandarte cor de ouro, tornou-se o símbolo da escola nas últimas décadas. Este artigo descreve em detalhes o processo de tomada de decisão e o tratamento de conservação realizado.

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Publicado

2004-12-01

Edição

Seção

Conservação e Restauração

Como Citar

PAULA, Teresa Cristina Toledo de; SILVEIRA, Luciana Coutinho da. A conservação do estandarte da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo . Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, São Paulo, v. 12, n. 1, p. 331–355, 2004. DOI: 10.1590/S0101-47142004000100022. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/anaismp/article/view/5412.. Acesso em: 15 jul. 2024.