E o Iphan retirou o véu da noiva e disse sim: ecletismo e modernismo no edifício Luciano Costa

Autores

  • Renata Cabral USP; Eesc

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0101-47142010000200004

Palavras-chave:

Iphan, Ecletismo, Arquitetura Moderna, Recife, bairro do Recife, Patrimônio cultural

Resumo

São raros os momentos, na história das políticas de preservação do patrimônio no Brasil, em que se vê a dimensão de um conflito - gerado pela atribuição de valores a um bem cultural - alcançar repercussão significativa, mobilizando diversos agentes. O caso do edifício Luciano Costa, no Recife, é um exemplo dessa natureza. Neste artigo, procuramos apresentar -a partir da interpretação de uma trama complexa de discursos e ações - a polêmica preservacionista em torno desse edifício, um exemplar arquitetônico singular, por ter simultaneamente duas fachadas, uma eclética e uma modernista. Em grande parte inéditos, os documentos técnico-administrativos da 5ª Superintendência Regional e do Departamento de Documentação do Iphan, assim como aqueles da fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (fundarpe), da Diretoria de Projetos Especiais da Empresa de Urbanização do Recife (URb-Recife) e do Ministério Público de Pernambuco foram as fontes primárias privilegiadas.

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Publicado

2010-12-01

Edição

Seção

Estudos de Cultura Material

Como Citar

CABRAL, Renata. E o Iphan retirou o véu da noiva e disse sim: ecletismo e modernismo no edifício Luciano Costa . Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, São Paulo, v. 18, n. 2, p. 123–146, 2010. DOI: 10.1590/S0101-47142010000200004. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/anaismp/article/view/5535.. Acesso em: 23 jul. 2024.