Potências do falso

  • Eric Baudelaire Brown University
  • Lucas Vieira Eskinazi
  • Nina Guedes
Palavras-chave: Arte contemporânea, Gilles Deleuze, Peter Watkins

Resumo

Neste texto em forma de diário, o artista Eric Baudelaire imagina uma exposição cuja premissa seria questionar através de trabalhos artísticos, as margens entre documento e ficção. Citando realizadores iconoclastas e iconofílicos, uma terceira via é elaborada a partir dos filmes de Peter Watkins borrando tais fronteiras, a fim de repensar a História e suas representações. Também em sua escrita Baudelaire transita do coloquial à crítica de arte. Em viagens, o artista toma nota de acontecimentos casuais relembrando catástrofes como a Shoah e as bombas atômicas lançadas em Hiroshima e Nagazaki. O título, potências do falso, faz referência ao conceito de Gilles Deleuze, relevante ao se pensar a produção e circulação das imagens no contemporâneo.

 

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Publicado
2018-08-27
Como Citar
Baudelaire, E., Eskinazi, L., & Guedes, N. (2018). Potências do falso. ARS (São Paulo), 16(33), 241-253. https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2018.147968
Seção
Traduções