Arquiteturas de um corpo utópico no coletivo As Travestidas

Autores

Palavras-chave:

Teatro brasileiro, transsexualidade, performance

Resumo

Este artigo expõe uma visão cartográfica sobre três peças do coletivo As Travestidas, de Fortaleza. Busca um diálogo com ideias de Foucault e Preciado sobre corpo e política como questões importantes para esses artistas e que estão presentes em seus processos de criação.

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Biografia do Autor

Manoel Moacir Farias Júnior, Universidade de São Paulo

Doutorando em artes cênicas pela ECA-USP, por onde é mestre. Especialização pela Universidade Dom Bosco em
docência no ensino superior e licenciatura em letras pela Universidade Federal do Ceará. Tem interesse em estudos e ações interdisciplinares, como artista-pesquisador, sobre literatura e cena contemporânea, cartografias ou histórias das artes e educação.

Referências

AMADOR, F.; FONSECA, T. M. G. Da intuição como método filosófico à cartografia como método de pesquisa: considerações sobre o exercício cognitivo do cartógrafo. Arquivos brasileiros de psicologia, v. 61, n. 1, 2009.

FÈRAL, J. Por uma poética da performatividade: o teatro performativo. Sala Preta, v. 8, 2008.

FOUCAULT, M. O corpo utópico, as heterotopias. São Paulo: n-1 edições, 2013.

PRECIADO, B. Manifesto contrassexual. São Paulo: n-1 edições, 2015.

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Publicado

2015-12-31

Como Citar

Farias Júnior, M. M. (2015). Arquiteturas de um corpo utópico no coletivo As Travestidas. Revista Aspas, 5(2), 81-89. Recuperado de https://www.revistas.usp.br/aspas/article/view/102276