No balé e no teatro: a família como mediação na formação do professor-espectador

  • Taís Ferreira Universidade Federal de Pelotas
Palavras-chave: Espectador, Família, Formação docente, Artes Cênicas.

Resumo

Esse artigo apresenta, a partir de exemplos localizados de experiências de dois professores de teatro e dança brasileiros, considerações sobre a relação entre a formação de uma identidade de espectador e a mediação da família nesse processo constitutivo, a partir das primeiras memórias dos professores como espectadores. Alicerçando a discussão, são evocados conceitos seminais da obra bourdiana como de capital cultural e simbólico e habitus, além da concepção da memória trazida pelo neurocientista Iván Izquierdo. A partir das pistas apresentadas, concluo com uma sugestão para a formação docente em artes cênicas.

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Biografia do Autor

Taís Ferreira, Universidade Federal de Pelotas

Professora adjunta no curso de Teatro da UFPel, nas áreas de história do teatro e pedagogias das artes cênicas. 

https://ufpel.academia.edu/Ta%C3%ADsFerreira

 http://lattes.cnpq.br/1053344699071170

 

Referências

BOURDIEU, P. A distinção: crítica social do julgamento. São Paulo/Porto Alegre: Edusp/Zouk, 2006.

FERREIRA, T. A escola no teatro e o teatro na escola. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2010.

IZQUIERDO, I. Conferência de abertura. ISAACSSON, M. et al. (orgs.). Tempos de memória: vestígios, ressonâncias e mutações. Porto Alegre: AGE, 2013.

TORRES, M. C. A. R. Identidades musicais de alunas de Pedagogia: músicas, memória e mídia. 2003. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2003. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/neccso/pdf/tese_identidadesmusicais.pdf>. Acesso em: 28 dez. 2015.

Publicado
2016-06-30
Como Citar
Ferreira, T. (2016). No balé e no teatro: a família como mediação na formação do professor-espectador. Revista Aspas, 6(1), 100-113. Recuperado de https://www.revistas.usp.br/aspas/article/view/109438