Quando as anormais vão para a escola

identidades precárias, subjetivação e exclusão escolar

Autores

  • Robson Guedes da Silva Universidade Federal de Pernambuco

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v8i1p200-209

Resumo

Pode um anormal ir à escola? O pátio acolhe todos os que querem lá brincar? Este ensaio busca apresentar algumas discussões em torno da escola em seus processos de subjetivação e exclusão para com os corpos queer: bichas, sapatões, travestis, transexuais, não-bináries. Busca igualmente evidenciar como no cotidiano escolar a violência, o currículo e o silenciamento colaboram para expulsar corpos, que não se enquadram em uma heterossexualidade compulsória, de seu espaço descrito como inclusivo.

Palavras-chave: Corpos queer, Educação, Normatividade.

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Biografia do Autor

Robson Guedes da Silva, Universidade Federal de Pernambuco

Mestrando em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sob orientação da profa. dra. Karina Mirian da Cruz Valença Alves (DMTE-UFPE). Graduado em Pedagogia (CE-UFPE). Pesquisa na área de Gênero e Sexualidades, com ênfase nos estudos contrassexuais, dos corpos queer e nas práticas pedagógicas de gênero e sexualidades na educação. Bolsista CNPq.

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Publicado

2018-08-06

Como Citar

Silva, R. G. da. (2018). Quando as anormais vão para a escola: identidades precárias, subjetivação e exclusão escolar. Revista Aspas, 8(1), 200-209. https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v8i1p200-209