Quando a estética realista se torna simbólica: O Jardim de Cerejeiras de Peter Brook (1981)

Autores

  • Sergio Ricardo Lessa Ortiz Universidade de São Paulo. Centro Universitário Belas Artes de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v10i2p117-128

Palavras-chave:

Cenografia, Traje de cena, Tchekhov, Peter Brook, Simbolismo

Resumo

 Este artigo aborda questões sobre o processo concepção dos elementos visuais do espetáculo O Jardim das Cerejeiras de Peter Brook. Destaca sobretudo a compreensão sobre o impacto do simbólico pensado para os cenários do espetáculo sobre os trajes de cena elaborados por Chloé Obolensky, cenógrafa que estreou com essa montagem no Centro Internacional de Pesquisa Teatral em  1981.

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Biografia do Autor

Sergio Ricardo Lessa Ortiz, Universidade de São Paulo. Centro Universitário Belas Artes de São Paulo

Universidade de São Paulo / Centro Universitário Belas Artes de São Paulo; Doutor; Pesquisa concluída em 2020. Cenograa e Traje de cena. Fausto Roberto Poço Viana. Professor de Arquitetura e Urbanismo e Artes Cênicas, Coordenador da Pós-Graduação em Cenograa e Figurino no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

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Publicado

2020-12-31

Como Citar

Ortiz, S. R. L. (2020). Quando a estética realista se torna simbólica: O Jardim de Cerejeiras de Peter Brook (1981). Revista Aspas, 10(2), 117-128. https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v10i2p117-128