Manifesto Contrassexual

Autores

  • Paula Nogueira Universidade Federal de Goiás - UFG

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v24i24p591-597

Palavras-chave:

Manifesto Contrassexual, Paul Beatriz Preciado, Resenha

Resumo

Deus está morto, e levou consigo a natureza. O pênis, como origem
da diferença sexual, também encontra em Manifesto contrassexual, de Paul
Beatriz Preciado, a sua morte: no princípio era o dildo. Seria possível mesmo
dizer que, entre as contribuições dessa fundamental obra para o debate
queer, está o mandar do pênis e do sistema tradicional de representação
sexo/gênero à merda, por meio de golpes teóricos de dildos e de uma abertura
epistemológica do cu, para a qual o pensamento de Judith Butler,
Michel Foucault, Gilles Deleuze, Félix Guattari e Jacques Derrida – esse
último, professor de Preciado ao final dos anos 1990 e quem o convidou à
L’École des Hautes Études en Sciences Sociales –, fazem-se influentes, principalmente
no questionamento de aspectos biopolíticos da cultura.

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Biografia do Autor

Paula Nogueira, Universidade Federal de Goiás - UFG

Mestranda em Antropologia Social pela Universidade Federal de Goiás (PPGAS/UFG).

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Publicado

2016-06-17

Como Citar

Nogueira, P. (2016). Manifesto Contrassexual. Cadernos De Campo (São Paulo - 1991), 24(24), 591-597. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v24i24p591-597

Edição

Seção

Resenhas