RETOMANDO O DEBATE SOBRE O TRABALHO VOLANTE NA AGRICULTURA PAULISTA DOS ANOS 1980

Autores

  • José Giacomo Baccarin Universidade Estadual Paulista

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2595-2536.v26i2p56-73

Palavras-chave:

Trabalhador volante. Relações de trabalho. Modernização agrícola.

Resumo

No início dos anos 1980 a sociedade se deu conta da existência de milhares de trabalhadores rurais volantes ou boias-frias, empregados em condições precárias nos canaviais do Estado de São Paulo, o mais rico do Brasil. Chamaram a atenção as amplas greves e revoltas ocorridas em 1984, aparentemente sem organização prévia e lideranças definidas, assumindo caráter de explosão social. Estudos e atividades acadêmicas vinham tratando do tema trabalho temporário na agricultura brasileira desde os anos 1960, mais fortemente entre 1973 e 1983. Atualmente, esse tema recebe pouco destaque entre pesquisadores. O objetivo do artigo é recuperar o debate acadêmico ocorrido entre 1970 e 1980 no Brasil, discutindo especialmente as causas do surgimento dos volantes e algumas de suas características, em particular as relativas à eventualidade ou sazonalidade de sua ocupação.

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Biografia do Autor

José Giacomo Baccarin, Universidade Estadual Paulista

Professor e orientador do Programa de Pós-Graduação em Geografia do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da UNESP, campus de Rio Claro

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Publicado

2016-07-07

Como Citar

Baccarin, J. G. (2016). RETOMANDO O DEBATE SOBRE O TRABALHO VOLANTE NA AGRICULTURA PAULISTA DOS ANOS 1980. Cadernos CERU, 26(2), 56-73. https://doi.org/10.11606/issn.2595-2536.v26i2p56-73

Edição

Seção

Dossiê Amazônia