Reflexões sobre o bilinguismo

  • Paulo Schiller

Resumo

Há alguns anos, estive em Budapeste depois de ter passado um bom tempo
sem falar húngaro. A língua viveu no meu cotidiano enquanto eu podia conversar com minha mãe em nossos encontros. Depois da morte dela, e também porque dos amigos da geração dos meus pais havia poucos, a interação com o húngaro restou nos livros que eu decifrava enquanto os traduzia e ao assistir a um filme com o orgulho de quem dispensava as legendas descuidadas feitas em um inglês precário.

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Biografia do Autor

Paulo Schiller
Paulo Schiller é pediatra, psicanalista e tradutor do húngaro, do inglês e do francês. Do húngaro, traduziu obras de Sándor Márai, como Confissões de um Burguês, De Verdade, O legado de Eszter, Libertação, Rebeldes, Veredicto de Canudos; de Ferenc Molnár – autor do aclamado Os Meninos da Rua Paulo –, O poste de Vapor; de Imre Kertész – Nobel de Literatura de 2002 –, A língua exilada, Liquidação e de Péter Esterházi – convidado da FLIP 2011 –, Os Verbos Auxiliares do Coração, Uma Mulher; do inglês, obras de Nicole Krauss, Nuruddin Farah, Jed Rubenfeld
e Israel Rosenfield. Pela tradução de O legado de Eszter (Companhia das Letras), de Sándor Márai, recebeu o prêmio APCA de tradução em 2001. Com a tradução de O companheiro de viagem (Cosac Naify), de Gyula Krúdy, foi finalista do prêmio Jabuti em 2002. Escreve resenhas literárias para os jornais O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo.
Publicado
2017-05-05
Como Citar
Schiller, P. (2017). Reflexões sobre o bilinguismo. Cadernos De Literatura Em Tradução, (17), 111-116. Recuperado de https://www.revistas.usp.br/clt/article/view/131847