Arte contemporânea e arquivo: reflexões sobre a 3a Bienal da Bahia

Palavras-chave: Arte contemporânea, Arquivos, Memória

Resumo

O presente artigo pretende discutir a invisibilidade dos arquivos no Brasil e o papel de artistas e curadores na investigação de novos modelos de uso para os espaços de memória, a partir do contato com a arte e de projetos de cooperação entre instituições culturais. Para tratar da questão, o foco, aqui, será analisar o projeto de realização da 3a Bienal da Bahia e, em particular, uma das suas estruturas temáticas, dedicada à psicologia do testemunho e ao desenvolvimento de ações e pesquisas em torno de arquivos. Com enfoque para a experiência com artistas no Arquivo Público do Estado da Bahia, e os projetos desenvolvidos pelos artistas Eustáquio Neves, Ícaro Lira, Maria Magdalena Campos-Pons e Paulo Nazareth a partir do acervo do Museu Antropológico e Etnográfico Estácio de Lima.

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Biografia do Autor

Ana Mattos Porto Pato, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, São Paulo

Ana Pato (São Paulo, 1972) é doutoranda da FAU-USP e bolsista da FAPESP. Pesquisadora-associada do Museu de Arte Moderna da Bahia, foi curadora-chefe da 3º Bienal da Bahia (2014) e diretora de projetos da Associação Cultural Videobrasil (2000-2012). É autora do livro Literatura Expandida: arquivo e citação na obra de Dominique Gonzalez-Foerster (2012).                      

Publicado
2015-12-29
Como Citar
Pato, A. (2015). Arte contemporânea e arquivo: reflexões sobre a 3a Bienal da Bahia. Revista CPC, (20), 112-136. https://doi.org/10.11606/issn.1980-4466.v0i20p112-136
Seção
Coleções e Acervos