Entre as transformações nos modos de morar e as vicissitudes da habitação enquanto patrimônio imobiliário: como preservar o valor cultural da habitação?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1980-4466.v0i22p233-254

Palavras-chave:

Edifícios residenciais, Patrimônio ambiental urbano, Mercado imobiliário

Resumo

A preservação de construções residenciais constitui-se uma das questões mais complexas para os órgãos de preservação. Seja pela transitoriedade das formas de morar e hábitos de vida, seja pelo muito alto ou pelo muito baixo valor econômico-financeiro que apresentam. Quando se trata de edifícios institucionais é mais factível estabelecer bases e identificar interesses na sua preservação. Quando se trata de edifícios de propriedade coletiva, condominial, e também um edifício de notória qualidade arquitetônica, a preservação pode se viabilizar como uma forma de reconhecer e consolidar um patrimônio reconhecido pelos seus moradores e proprietários. É com as moradias unifamiliares que as dificuldades de preservação se avolumam. Em particular, se há intenção de manter o uso residencial. É fundamental que proprietários e responsáveis por bens de interesse cultural estejam convencidos e tenham interesse na sua valorização através da preservação.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

José Eduardo de Assis Lefèvre, Universidade de São Paulo, São Paulo, São Paulo

Arquiteto com graduação, mestrado e doutorado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Professor doutor do Departamento de História da FAU-USP. Foi presidente do Conpresp (2005-2013) e do Condephaat (2016). E-mail: jealef@usp.br.

Downloads

Publicado

2017-04-20

Como Citar

Lefèvre, J. E. de A. (2017). Entre as transformações nos modos de morar e as vicissitudes da habitação enquanto patrimônio imobiliário: como preservar o valor cultural da habitação?. Revista CPC, (22), 233-254. https://doi.org/10.11606/issn.1980-4466.v0i22p233-254