Política de educação patrimonial no Iphan: diretrizes conceituais e ações estratégicas

  • Sônia Rampim Florêncio Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Brasília-DF, Brasil
Palavras-chave: Educação patrimonial, Construção do conhecimento, Educação dialógica

Resumo

Este artigo aborda a construção dos princípios conceituais e diretrizes que pautam a área de educação patrimonial na atuação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Apresenta, também, um panorama histórico com as principais estratégias de ação implementadas nos últimos anos em consonância com essas abordagens. Para tanto, firma a importância de se implementar ações educativas para a preservação do patrimônio que se embasem na construção coletiva do conhecimento e na educação dialógica, nos moldes freireanos. Por fim, apresenta alguns desafios para a contínua construção desse campo de conhecimento e atuação institucional.

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Biografia do Autor

Sônia Rampim Florêncio, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Brasília-DF, Brasil

Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”. Especialista em Sociologia Rural pela Universidade de Campinas e em Políticas Públicas de Proteção e Desenvolvimento Social pela Escola Nacional de Administração Pública. Mestre em Educação pela Universidade Estadual de Campinas. Atua no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional como chefe do Núcleo de Educação Patrimonial do Departamento de Cooperação e Fomento e como professora colaboradora do Mestrado em Preservação do Patrimônio Cultural da mesma instituição.

Publicado
2019-08-30
Como Citar
Florêncio, S. (2019). Política de educação patrimonial no Iphan: diretrizes conceituais e ações estratégicas. Revista CPC, 14(27esp), 55-89. https://doi.org/10.11606/issn.1980-4466.v14i27espp55-89