Discursos, representações e práticas numa história institucional: o museu Julio de Castilhos nos anos 1960-1980

Autores

  • Andréa Reis da Silveira

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1980-4466.v0i16p62-100

Palavras-chave:

Museu., História institucional, Ditadura civil-militar, Representações, Discursos.

Resumo

O presente artigo apresenta resultados parciais da pesquisa realizada a respeito do Museu Julio de Castilhos, instituição museológica centenária, localizada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, em determinado período. O artigo pretende demonstrar as influências sofridas nos discursos, nas representações e nas práticas dos cinco diretores que atuaram no Museu Julio de Castilhos de 1960 a 1980, denominada Ditadura Civil-Militar. O Museu Julio de Castilhos, por meio do patrimônio material incorporado e selecionado no período, pelo campo atuante, da instituição, como
significativo das identidades brasileira e rio-grandense, constituiu e divulgou uma imaginação museal no Rio Grande do Sul. Os acervos, enquanto patrimônios incorporados corresponderam ao entendimento de um modelo restrito de museu, num discurso erudito e numa interpretação tradicional de patrimônio, centrada em razão do estado.

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Biografia do Autor

Andréa Reis da Silveira

Historiadora, especialista em museologia e patrimônio cultural. Mestre em Patrimônio Cultural pela Universidade Federal de Santa Maria e graduanda do curso de Museologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Foi coordenadora técnica do Museu Júlio de Castilhos entre os anos de 2007 a 2010.

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Publicado

2013-10-11

Como Citar

Silveira, A. R. da. (2013). Discursos, representações e práticas numa história institucional: o museu Julio de Castilhos nos anos 1960-1980. Revista CPC, (16), 62-100. https://doi.org/10.11606/issn.1980-4466.v0i16p62-100

Edição

Seção

Coleções e Acervos