Micro cadeias produtivas e a nanoeconomia: repensando o trabalho decente

Autores

  • Peter Kevin Spink Fundação Getúlio Vargas de São Paulo; Centro de Administração Pública e Governo

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-0490.v12i2p227-241

Palavras-chave:

Trabalho decente, Nanoeconomia, Alternativas possíveis

Resumo

A expressão "um trabalho decente por um salário decente" fez parte importante das lutas operárias durante grande parte do século XX para um emprego digno, salariado e protegido. Essa mesma expressão foi recentemente assimilada pela Organização Internacional de Trabalho (OIT) como parte central de sua campanha para melhorias nas condições de trabalho. Ninguém disputaria a importância da luta dos trabalhadores em situação de emprego para uma melhoria nas suas condições. Mas, quais são as lutas das pessoas "invisibilizadas" que trabalham no imenso cotidiano das práticas informais, nas tentativas solidárias de criar outras inserções econômicas, de inserir a sua produção em relações econômicas perversas? Se a (grande) maioria das teorias elaboradas no século XX sobre trabalho focaliza como pressuposto básico o universo do trabalho formal, salariado e protegido, quais são os conceitos, práticas e teorias que poderiam apoiar e orientar as ações daquelas pessoas e suas organizações coletivas que buscam assumir o desafio de um outro desenvolvimento a partir das possibilidades do cotidiano e de uma compreensão mais coletiva de dignidade e de cidadania? O que é "trabalho decente" no mundo das micro cadeias produtivas e da nanoeconomia?

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Publicado

2009-12-01

Como Citar

Spink, P. K. (2009). Micro cadeias produtivas e a nanoeconomia: repensando o trabalho decente. Cadernos De Psicologia Social Do Trabalho, 12(2), 227-241. https://doi.org/10.11606/issn.1981-0490.v12i2p227-241

Edição

Seção

nd