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Tensões do sensível: Reflexões sobre o filme “A excêntrica família de Antonia” à luz de Jacques Rancière

Bruna Farias Machado

Resumo


O presente artigo tem como foco analisar o filme “A excêntrica família de Antonia” sob a ótica de Jacques Rancière. A heterogeneidade com que o filósofo aborda questões relativas ao cinema propicia uma apreciação estética liberta dos dogmas de um regime policiado do sensível, uma vez que há a quebra das distâncias implicadas na apreciação estética, no caso cinematográfica, tal como nos legaram os discursos dos “especialistas”, oferecendo, assim, uma nova abordagem, uma nova recepção.


Palavras-chave


cinema; Rancière; espectador

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Referências


EXCÊNTRICA Família de Antonia, A (Antonia’s Line). Direção: Marleen Gorris. Produção: Gerard Cornelisse; Hans de Weers; Hans de Wolf. Distribuição Weekend. Países Baixos: 1995, 102 min., Son, Color, 1 DVD.

RANCIÈRE, Jacques. A fábula cinematográfica. Campinas: Papirus, 2013.

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______. O destino das imagens. Tradução: Luís Lima. Lisboa: Orfeu Negro, 2011.

______. O inconsciente estético. Tradução: Mônica Costa Netto. São Paulo: Editora 34, 2009.

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.1981-7169.crioula.2017.126065

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