AO PÉ-DE-PERFUME, PÁSSAROS VIAJEIROS

Autores

  • Adriana Elisabete Bayer Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-7169.crioula.2008.54044

Palavras-chave:

Olinda Beja, literatura santomense, oralidade, memória

Resumo

ESTE ESTUDO BUSCA ANALISAR A MANIFESTAÇÃO DA ORALIDADE E A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA EM QUATRO CONTOS QUE COMPÕEM PÉ-DE-PERFUME (2005), DE OLINDA BEJA. AS ESTÓRIAS SELECIONADAS SÃO “CONTO SEGUNDO”, APRESENTADO POR UMA CONTADORA; “TONGA CAXITO” EXPÕE A ESTÓRIA DE UM MAIS VELHO; RESPECTIVAMENTE, “MENINO D’ÔBÓ” E “O SOM DO KLISSENGUÊ” ENUNCIAM AS PERIPÉCIAS DE UM MAIS-NOVO ESCRAVO E DE UM JOVEM ‘CONTRATADO’.

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Biografia do Autor

Adriana Elisabete Bayer, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

Doutoranda em Literaturas Luso-Africanas. Pesquisa: Açores e São Tomé e Príncipe: a presença da mitologia-ritualística em histórias narradas no século XXI.

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Publicado

2008-11-01

Como Citar

Bayer, A. E. (2008). AO PÉ-DE-PERFUME, PÁSSAROS VIAJEIROS. Revista Crioula, (4). https://doi.org/10.11606/issn.1981-7169.crioula.2008.54044