O SERTÃO EM CENA: A HORA E A VEZ DE AUGUSTO MATRAGA (1965), DE ROBERTO SANTOS

Autores

  • Marcos da Silva Coimbra Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-7169.crioula.2010.55254

Palavras-chave:

Cinema, Literatura, Adaptação, Imaginário, Verossimilhança

Resumo

O PRESENTE ESTUDO SE UTILIZA DA ADAPTAÇÃO CINEMATOGRÁFICA FEITA POR ROBERTO SANTOS DO CONTO “A HORA E VEZ DE AUGUSTO MATRAGA”, DE GUIMARÃES ROSA, PARA REFLETIR SOBRE QUESTÕES LIGADAS NÃO SOMENTE ÀS RELAÇÕES INTERSEMIÓTICAS QUE DECORREM DE TAL EMPREITADA, MAS TAMBÉM PARA SUSCITAR QUESTÕES PRÓPRIAS À CONDIÇÃO DAS ARTES CINEMATOGRÁFICA E LITERÁRIA, REFLETINDO SOBRE A FORMA COMO ESSAS ARTES SE PRESENTIFICAM NO MUNDO E SOBRE A CONDIÇÃO DE SEUS RESPECTIVOS RECEPTORES, O ESPECTADOR E O LEITOR.

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Biografia do Autor

Marcos da Silva Coimbra, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Mestre em Literatura Comparada pela UFRJ, com a dissertação Rosa na telona: a hora e a vez da imagem em movimento.

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Publicado

2010-05-01

Como Citar

Coimbra, M. da S. (2010). O SERTÃO EM CENA: A HORA E A VEZ DE AUGUSTO MATRAGA (1965), DE ROBERTO SANTOS. Revista Crioula, (7). https://doi.org/10.11606/issn.1981-7169.crioula.2010.55254