MILITÂNCIA, REPRESSÃO E FORMA LITERÁRIA EM CAMINHO DE PEDRAS, DE RACHEL DE QUEIROZ, E OS SUBTERRÂNEOS DA LIBERDADE, DE JORGE AMADO

  • Márcio Henrique Muraca Universidade de São Paulo (USP)
Palavras-chave: Engajamento Político, Repressão do Estado, Literatura, Comunismo

Resumo

Este artigo aproxima os romances Caminho de Pedras (1937), de Rachel de Queiroz, e Os Subterrâneos da Liberdade (1954), de Jorge Amado, sobretudo o terceiro volume, A Luz no Túnel. Ao articular os aspectos formais de ambas as obras à representação do engajamento político versus a repressão do Estado, é possível verificar os dilemas da estrutura dos romances, uma vez que o conteúdo político é privilegiado em relação à forma. Isso acaba por revelar os conflitos internos da organização dissidente, bem como suas contradições.

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Biografia do Autor

Márcio Henrique Muraca, Universidade de São Paulo (USP)
Doutorando do Departamento de Letras Orientais da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), Área de Concentração: Estudos Judaicos, bolsista CAPES, projeto intitulado Opressão e Resistência: O Judeu no Romance Engajado de Jorge Amado e no Teatro Político de Jorge Andrade.
Publicado
2012-11-01
Como Citar
Muraca, M. (2012). MILITÂNCIA, REPRESSÃO E FORMA LITERÁRIA EM CAMINHO DE PEDRAS, DE RACHEL DE QUEIROZ, E OS SUBTERRÂNEOS DA LIBERDADE, DE JORGE AMADO. Revista Crioula, (12). https://doi.org/10.11606/issn.1981-7169.crioula.2012.57864
Seção
Dossiê: Representações e atuações do intelectual nas literaturas de língua portuguesa