A “DIALÉTICA DA MALANDRAGEM” EM LALINO SALÃTHIEL E JOÃO GRILO

  • Evelin Guedes Universidade de Lisboa (UL)
Palavras-chave: Ariano Suassuna, Guimarães Rosa, Malandro, Literatura brasileira

Resumo

Apoiado no ensaio “Dialética da Malandragem – caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias” de Antonio Candido e na sua definição da figura do malandro, este artigo propõe uma análise das personagens de Guimarães Rosa e Ariano Suassuna, respectivamente, Lalino Salãthiel e João Grilo como protótipos do malandro brasileiro. Para tanto esquadrinharemos os seus percursos em suas narrativas, bem como demonstraremos que as suas ligações à clássica novela picaresca e à commedia dell’arte não passam de referências.

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Biografia do Autor

Evelin Guedes, Universidade de Lisboa (UL)
Mestre em Literatura Oral e Tradicional e Doutoranda em Estudos Brasileiros na Universidade de Lisboa com a tese Contradições produtivas na obra romanesca de Ariano Suassuna: nacionalismo e herança portuguesa. Membro e colaboradora do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL).
Publicado
2012-11-01
Como Citar
Guedes, E. (2012). A “DIALÉTICA DA MALANDRAGEM” EM LALINO SALÃTHIEL E JOÃO GRILO. Revista Crioula, (12). https://doi.org/10.11606/issn.1981-7169.crioula.2012.57869
Seção
Artigos e ensaios