Leituras alemãs de 'Hamlet', de Goethe a Hegel

  • Pedro Süssekind Universidade Federal Fluminense, UFF
Palavras-chave: Goethe, Shakespeare, Teatro, Estética

Resumo

O texto busca apresentar a recepção da céle-bre peça de Shakespeare em solo alemão, as-sim como as consequências que essa leitura teve em diferentes momentos do que se con-vencionou chamar de Goethezeit.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Auerbach, E. (1976). Mimesis. São Paulo: Perspectiva.
Bate, J. (1992). The romantics on Shakespeare. London: Penguin books.
Bakhtin, M. (2015). Teoria do romance I. Tradução de Paulo Bezerra. São Paulo: Editora 34.
Bakhtin, M. (2018). Teoria do romance II. Tradução de Paulo Bezerra. São Paulo: Editora 34.
Bakhtin, M. (2019). Teoria do romance III: O romance como gênero literário. São Paulo: Editora 34.
Bakhtin, M. (2016). Os gêneros do discurso. Tradução de Paulo Bezerra. São Paulo: Editora 34.
Benjamin, W. (2011). Origem do drama trágico alemão. Tradução de João Barrento. Belo Horizonte: Autêntica.
Benjamin, W. (1999). O conceito de crítica no Romantismo alemão. Tradução de Márcio Seligmann-Silva. São Paulo: Iluminuras.
Bradley, A. C. (2009) A tragédia shakespeariana. Tradução de Alexandre Feitosa Rosa. São Paulo: Martins Fontes.
Eliot, T. S. (1927). Shakespeare and the stoicism of Seneca. London: Oxford University Press.
Eliot, T. S. (2015). “Hamlet e seus problemas”, em Shakespeare. Hamlet. Tradução de Lawrence Flores Ferreira. São Paulo: Penguin e Companhia das Letras.
Ésquilo. (1990). Oréstia. Tradução de Mario da Gama Kury. Rio de Janeiro: Zahar.
Freud, S. (1961). Die Traumbedeutung. Gesammelte Werke, II/III. Frankfurt: Fischer Verlag.
Freud, S. (2018). A interpretação dos sonhos. Tradução Walderedo Ismael de Oliveira. 20. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. [livro eletrônico]
Goethe, J. (1993). Werke in sechs Banden. Frankfurt: Insel Verlag.
Goethe, J. (1994). Os anos de aprendizado de Wilhelm Meister. São Paulo: Ensaio.
Goethe, J. (2000). Escritos sobre literatura. Rio de Janeiro: 7letras.
Goethe, J & Schiller, F. (1993). Goethe e Schiller: Companheiros de Viagem. Tradução de Cláudia Cavalcanti. São Paulo: Nova Alexandria.
Goethe, J & Schiller, F. (1977). Der Briefwechsel zwischen Goethe und Schiller. Frankfurt: Insel Verlag.
Greenblatt, S. (2011). Como Shakespeare se tornou Shakespeare. São Paulo: Cia. das Letras.
Greenblatt, S. (2001). Hamlet in Purgatory. Princeton: Princeton University Press.
Hazlitt. (2008). “Hamlet”. In: Bloom (Org). Bloom’s Shakespeare through the ages. Hamlet. New York: Infobase Publishing.
Hegel, G. W. F. (2000). Cursos de estética I. Tradução de Marco Aurélio Werle. São Paulo: Edusp.
Hegel, G. W. F. (2004). Cursos de estética IV. Tradução de Marco Aurélio Werle. São Paulo: Edusp.
Hegel, G. W. F. (2014). Cursos de estética II. Tradução de Marco Aurélio Werle e Oliver Tolle. São Paulo, Edusp.
Hegel, G. W. F. (1986). Werke [in 20 Bänden]. Frankfurt am Main: Suhrkamp.
Johnson, S. (1996) Prefácio a Shakespeare. Tradução de Enid Abreu Dobránsky. São Paulo: Iluminuras.
Kottman, P. A. (Org). (2009). Philosophers on Shakespeare. Standord: Stanford University Press.
Lacan, J. (2016). O desejo e sua interpretação (Seminário 6: 1958-1959). Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Tradução de Claudia Berliner. Rio de Janeiro: Zahar.
Lukács, G. (1968) Ensaios sobre literatura. Tradução de Roberto Franco de Almeida. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
Lukács, G. (2015). A alma e as formas. Tradução de Rainer Patriota. Belo Horizonte: Autêntica.
Lukács, G. (2000). A teoria do romance. Tradução de José Marcos Mariani de Macedo. São Paulo: Editora 34.
Medeiros, F. (2015). “Shakespeare, cultura retórica e modernidade: um comentário sobre Coriolano (1608)”. In: Berutti, Eliane B. (Org.). Feminismos, identidades, comparativismos: vertentes nas literaturas de língua inglesa. Rio de Janeiro: Letra Capital, v. 13, p. 37-51.
Nuttall, A. D. (2007). Shakespeare, the thinker. New Haven and London: Yale University Press
Schlegel, A. W. (2018). Vorlesungen über dramatische Kunst und Literatur [1809–1811] Herausgegeben und kommentiert von Stefan Knödler. Erster Teil. Paderborn: Ferdinand Schöningh.
Schlegel, A. W. (1846). August Wilhelm von Schlegels sämmtliche Werke. Hrsg. v. Eduard Böcking, Leipzig, Weidmann’sche Buchhandlung, sechster Band.
Schlegel, A. W. (1962). Kritische Schriften und Briefe. Stuttgart: Kohlhammer.
Schlegel, A. W. (2006). “Algumas observações sobre William Shakespeare por ocasião do Wilhelm Meister”. Tradução de Natália Giosa Fujita. Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Filosofia, do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, para obtenção do título de Mestre em Filosofia.
Schlegel, F. (2016). Fragmentos sobre poesia e literatura. Tradução de Constantino Luz de Medeiros e Márcio Suzuki. São Paulo: Editora Unesp.
Schlegel, F. (1906). Seine prosäischen Jugendschriften. 2 Bde. E. Jakob Minor. Viena: Konegan.
Shakespeare, W. (2008). Hamlet. Cambridge University Press.
Shakespeare, W. (1987). Hamlet. Oxford University Press.
Shakespeare, W. (2015). Hamlet. Tradução de Lawrence Flores Ferreira. São Paulo: Penguin e Companhia das Letras.
Shakespeare, W. (2005). Hamlet. Tradução de Millôr Fernandes. Porto Alegre: LP.
Shakespeare, W. (2010). O primeiro Hamlet in-quarto de 1603. Tradução de José Roberto O’Shea. São Paulo: Hedra.
Shakespeare, W. (1998). Four great tragedies. Nova York: Signet Classic.
Steiner, G. (2006). A morte da tragédia. Tradução de Isa Kopelmann. São Paulo: Perspectiva.
Szondi, P. (1978). Versuch über dem Tragishen. In: Schriften. Frankfurt: Suhrkamp.
Szondi, P. (2004). Ensaio sobre o trágico. Rio de Janeiro: Zahar.
Szondi, P. (2001). Teoria do drama moderno. São Paulo: Cosac Naify.
Szondi, P. (1974). Poetik und Geschichtsphilosophie I. Studienausgabe der Vorlesungen Band 2. Frankfurt am Main: Suhrkamp Verlag.
Werle, M. A. (2005). A poesia na estética de Hegel. São Paulo: Associação Editorial Humanitas.
Werle, M. A. (2013). “Teatro, formación y vida en el Wilhelm Meister de Goethe”. Estud.filos, n. 47, pp. 107-119.
Werle, M. A. (2017). “A dimensão filosófica do Meister de Goethe e do Gato Murr de Hoffmann”, Discurso, Revista do Departamento de Filosofia da USP, v. 47, n. 1, pp. 283-306.
Publicado
2020-06-28
Como Citar
Süssekind, P. (2020). Leituras alemãs de ’Hamlet’, de Goethe a Hegel. Discurso, 50(1), 93–114. https://doi.org/10.11606/issn.2318-8863.discurso.2020.171568
Seção
Artigos