Investimento em Intangível e Criação de Valor: uma Análise das Companhias Abertas Brasileiras no Período 2000-2014

Autores

  • Ronan Cunha Escola de Economia de São Paulo – FGV/SP
  • Fernanda Finotti C. Perobelli Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Eduardo Gonçalves Universidade Federal de Juiz de Fora

DOI:

https://doi.org/10.11606/1980-5330/ea119149

Palavras-chave:

Capital Intangível, Patentes, Valor de Mercado, Empresas Brasileiras

Resumo

Este artigo analisa a relação entre investimentos em ativos intangíveis e criação de valor das empresas brasileiras de capital aberto no Brasil, medida pelo Q de Tobin. No artigo, aplica-se o system GMM em um painel de dados formado por 208 firmas com ações negociadas na Bolsa de Valores (B3) brasileira no período 2000-2014. Os dados são provenientes da Economática e Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). O principal resultado mostra impactos positivos do fluxo de investimento em ativos intangíveis (mas não seu acúmulo) sobre o valor das empresas.

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Biografia do Autor

Ronan Cunha, Escola de Economia de São Paulo – FGV/SP

Doutorando em Economia

Escola de Economia de São Paulo – FGV/SP

Fernanda Finotti C. Perobelli, Universidade Federal de Juiz de Fora

Professora da Faculdade de Economia

Universidade Federal de Juiz de Fora

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Publicado

2018-06-01

Como Citar

Cunha, R., Perobelli, F. F. C., & Gonçalves, E. (2018). Investimento em Intangível e Criação de Valor: uma Análise das Companhias Abertas Brasileiras no Período 2000-2014. Economia Aplicada, 22(2), 403-434. https://doi.org/10.11606/1980-5330/ea119149

Edição

Seção

Artigos