PARA LER O ESPINOSA-DE-DELEUZE: UMA INTERPRETAÇÃO HISTORIOGRÁFICO-FILOSÓFICA (OU A HISTÓRIA DA FILOSOFIA NOS VOOS DA VASSOURA DA BRUXA)

  • Guilherme Almeida Ribeiro Instituto Superior de Educação do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Palavras-chave: Gilles Deleuze (1925-1995), Espinosa (crítica), História da Filosofia, Filosofia Francesa, Filosofia da Diferença, Expressão

Resumo

O objetivo deste artigo é delimitar e restituir, de modo sistemático, os eixos argumentativos decisivos que permitem conceder um grau de coerência interna à célebre interpretação expressiva de Gilles Deleuze (1925-1995) acerca da filosofia de Espinosa. Trata-se, inicialmente, de examinar o quanto a leitura deleuziana de Espinosa retrata um momento peculiar e único das relações que Deleuze, ao longo de pelo menos três décadas, estabeleceu com a história da filosofia. Em seguida, pretendemos demonstrar a partir de quais ordenamentos conceituais – construídos de maneira não-hierárquica, segundo Deleuze –  a  tese de uma necessidade prática intrínseca ao processo de constituição ontológica na Ética de Espinosa é sustentada dentro do viés de uma filosofia da diferença.  

 

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Biografia do Autor

Guilherme Almeida Ribeiro, Instituto Superior de Educação do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Doutor em Filosofia pela UFRJ. 
Área de Concentração: História da Filosofia.
Mestre em Psicologia Social pela UERJ.
Área de Concentração: Filosofia Francesa.

Professor concursado de Filosofia do Instituto Superior de Educação do Estado do Rio de Janeiro (ISERJ).
Publicado
2016-12-24
Como Citar
Ribeiro, G. (2016). PARA LER O ESPINOSA-DE-DELEUZE: UMA INTERPRETAÇÃO HISTORIOGRÁFICO-FILOSÓFICA (OU A HISTÓRIA DA FILOSOFIA NOS VOOS DA VASSOURA DA BRUXA). Cadernos Espinosanos, (35), 209-243. https://doi.org/10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2016.112019
Seção
Artigos