https://www.revistas.usp.br/esse/issue/feed Estudos Semióticos 2021-08-13T16:41:37-03:00 Revista Estudos Semióticos rev.esse@usp.br Open Journal Systems <p>Publicação quadrimestral online do Programa de Pós-Graduação em Semiótica e Linguística Geral da FFLCH-USP, a revista <strong>Estudos Semióticos</strong> (ISSN 1980-4016) veicula, em acesso aberto, trabalhos da área de Semiótica, bem como dos campos limítrofes, dirigidos à comunidade dos pesquisadores. Podem ser propostos trabalhos que lidem com os signos, os textos, os discursos e as práticas sociais produtoras de sentido, desde que sejam inéditos e dialoguem com as teorias semióticas. Admitem-se trabalhos em português, francês, inglês, espanhol e italiano.</p> <p>Em cada temporada anual, a revista publica três números: um de tema livre e dois com dossiês temáticos. Eventualmente, pode ser publicada também uma edição extra no formato de um dossiê especial.</p> <p>No último evento de classificação do Qualis Periódicos da CAPES (2016), a revista foi classificada no estrato B1.</p> https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/178719 De la frontera al umbral: transformaciones de la semiosfera cultural en Lotman y Zilberberg 2021-04-01T18:30:11-03:00 Eduardo Yalán Dongo eyalan@ulima.edu.pe José Miguel Guerra josegt66@gmail.com Robinson Campos robinson.campos@usal.es <p><span style="font-weight: 400;">El objetivo de este artículo es identificar la construcción de direccionalidades comunes entre los conceptos de frontera y umbral dentro de la teoría semiótica de la cultura a través de Yuri Lotman y Claude Zilberberg. Con esta finalidad, realizamos una revisión crítica, convergente y sintética de la literatura representativa de las propuestas de ambos autores. Este procedimiento metodológico pretende realizar una lectura integrada de los conceptos de frontera y umbral, de manera que estos generen nuevos marcos y perspectivas temáticas en torno a una semiótica de la cultura. La hipótesis es que la articulación del umbral dentro de la teoría de una cultura dependiente de la oposición topológica, fundamental y narrativa entre centro y periferia, permite el retrato de </span><span style="font-weight: 400;">semiosferas</span><span style="font-weight: 400;"> más versátiles donde la figura periférica se deshace en los movimientos más ubicuos y temporalmente inestables de culturas particulares como de aquellas </span><span style="font-weight: 400;">semiosferas</span><span style="font-weight: 400;"> económicas o de consumo.</span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Eduardo Yalán Dongo, José Miguel Guerra, Robinson Campos https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/175957 Towards a social semiotics of geo-cultural identities: theoretical foundations and an initial semiotic square 2021-01-04T18:33:45-03:00 Juan Manuel Montoro jmmontoro@outlook.com Sebastián Moreno Barreneche morenobarreneche@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">Embedded in our efforts to develop a social semiotics for the study of ‘geo-cultural identities’ – i.e., collective identities grounded in a specific geographical materiality or fact – this article presents the theoretical foundations for such an account and, by employing the tool of the semiotic square, proposes an initial typology of the objects of study that it could deal with. After advancing what a semiotic approach to collective identities could look like, the article focuses on the specific case of geo-cultural identities as a distinct subtype of the former and proposes a typology based on the semiotic square. This typology stresses the semantic categories of continuity and discontinuity and is composed of four positions: national, transnational, subnational and supranational identities.</span></p> <p> </p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Sebastián Moreno Barreneche, Juan Manuel Montoro https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/178717 La apropiación de los saberes tradicionales en México: una perspectiva semiótico-pragmática 2021-03-05T10:08:36-03:00 Silvana Citlalli Torres Campoy silvanatcampoy@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">El conocimiento de la medicina tradicional en México es un elemento distintivo de la diversidad cultural de este país. Por su larga existencia y convencionalidad, forma parte de los símbolos característicos de las culturas que lo desarrollaron y utilizaron de generación en generación. Sin embargo, hoy en día es objeto de apropiación legal por parte de agentes que buscan sacar beneficio de él y de otros elementos de las culturas indígenas. Esta apropiación es posible gracias al proceso de traducción y transmutación de los símbolos y a las transformaciones de las creencias a través del método abductivo, según la propuesta semiótico-pragmática de Charles Peirce. En este artículo, argumentamos que en dicha apropiación político-económica del conocimiento tradicional por parte de agentes no indígenas subyace una apropiación simbólica.</span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Silvana Citlalli Torres Campoy https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/180105 Entre o peixe e o xamã: processos semióticos no encontro intercultural 2020-12-17T16:51:33-03:00 Alexandre Marcelo Bueno alexandrembueno76@outlook.com <p class="Padro" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; line-height: 150%;"><span style="font-weight: 400;">O encontro entre culturas produzido pela imigração pode gerar diferentes tipos de reação da sociedade receptora. Dentre as possibilidades existentes, este trabalho examina dois processos desenvolvidos em diferentes momentos. O primeiro, mais recente, se refere a uma indeterminação de sentidos ligados a traduções de uma figura religiosa pertinente na cultura aimará. O segundo se liga a um processo de normalização da presença de um prato tipicamente original e incomum no Ocidente: o sashimi. Identificar o que elementos tão diferentes têm em comum é um dos objetivos deste trabalho, que discutirá os estranhamentos e as familiaridades de sentidos que o encontro entre duas culturas pode produzir. Para isso, recorremos à semiótica discursiva, em seus desdobramentos mais atuais, assim como à semiótica da cultura e a sua noção de semiosfera. Por fim, tomamos este trabalho como uma proposta inicial para começar a compreender como a interculturalidade é um espaço profícuo para se observar os encaixes e os acolhimentos de significações por culturas muitas vezes distintas e distantes.</span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Alexandre Marcelo Bueno https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/182929 A utilização do conceito de cultura em semiótica 2021-03-07T15:20:06-03:00 José Luiz Fiorin jolufi@usp.br <p><span style="font-weight: 400;">Este texto tem o objetivo de mostrar o lugar que tem a cultura na arquitetura semiótica. Começa por examinar os textos clássicos que trataram dessa noção e considera insuficientes os conceitos com que operam. Partindo do princípio de que a cultura é uma semiótica-objeto, busca na antropologia um conceito de cultura com que se possa constituí-la. Em seguida, examina as relações entre língua e cultura, observando que aquela é parte desta, mas, ao mesmo tempo, que ela dá à cultura categorias e um princípio de estruturalidade e, por isso, tem nela um papel central.</span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Jose Luiz Fiorin https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/184016 Semiótica e cultura: campos do conhecimento 2021-04-08T14:28:13-03:00 Norma Discini normade@uol.com.br <p><span style="font-weight: 400;">Neste ensaio examinaremos campos do conhecimento, concebidos como articulações semióticas da cultura. Partindo de pressupostos relativos à definição de campo apresentada por Bakhtin (2003), atentaremos para as articulações semióticas internas ao próprio campo – do que despontará o cotejo entre a literatura e a historiografia. Reinterpretado, o conceito de campo remeterá a condições de produção de uma semiose alargada para além dos limites de cada texto, sem que o texto seja descartado como unidade de análise. As condições de produção textual serão observadas conforme a vinculação delas a determinada </span><span style="font-weight: 400;">práxis enunciativa</span><span style="font-weight: 400;"> (Bertrand, 1993), e conforme o entendimento de que a cada campo corresponde um modo estável de mobilizar a estesia da linguagem. Tal estabilidade favorecerá a depreensão do </span><span style="font-weight: 400;">éthos</span><span style="font-weight: 400;"> da literatura e do </span><span style="font-weight: 400;">éthos</span><span style="font-weight: 400;"> da historiografia, concebidos cada qual como determinada </span><span style="font-weight: 400;">hexis </span><span style="font-weight: 400;">corporal (Fontanille, 2008).</span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Norma Discini https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/182112 Nello specchio dell’antropologia: la natura, la cultura, il semiotico 2021-02-19T11:50:47-03:00 Franciscu Sedda franciscu.sedda@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">Il saggio analizza una serie di prese di posizione antropologiche – quelle di Lévi-Strauss, Geertz, Clifford, Appadurai, Latour, Viveiros de Castro, Descola in particolare – che hanno al centro il rapporto natura/cultura. Esso mostra la ricchezza di visioni e strategie insite in queste posizioni, quanto le loro complesse e spesso inavvertite correlazioni. Il saggio mostra come i </span><span style="font-weight: 400;">raddoppiamenti</span><span style="font-weight: 400;"> della natura e della cultura, così come i tentativi di trovare </span><span style="font-weight: 400;">scappatoie </span><span style="font-weight: 400;">all’opposizione, assumano significato in relazione alla semiotica e possano ispirare nuovi modelli per pensare la cultura. In particolare il lavoro antropologico ci darà modo di individuare nel </span><span style="font-weight: 400;">semiotico</span><span style="font-weight: 400;"> quella dimensione relazionale che sta al fondo tanto della natura quanto della cultura, che attraversa l’umano e il non umano, che ci sfida come semiotici a ripensare il valore e la forma del nostro stesso relazionalismo.</span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Franciscu Sedda https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/180202 Retour vers la culture. La sémiotique et ses virages anthropologiques 2021-05-14T19:02:11-03:00 Ludovic Chatenet ludovic_chatenet@yahoo.com Angelo Di Caterino adicate@hotmail.com <p><span style="font-weight: 400;">Cet article se propose d’examiner le projet d’une sémiotique de la culture en considérant les contacts entre la sémiotique greimassienne et l’anthropologie. Les différences entre Greimas et Lévi-Strauss dans les années 1960 ont conduit la sémiotique à abandonner l’idée d’approcher la culture. Ces dernières années, la sémiotique post-greimassienne, tournée vers les pratiques et l’expérience, a renoué le dialogue en s’inspirant des propositions de Latour et de Descola pour rediscuter la notion de culture du point de vue des collectifs et des ontologies. À contre-courant de la recherche actuelle, nous défendons ici l’idée que le projet d’une sémiotique de la culture est déjà incarné par l’anthropologie structurale. Du fait de son héritage des méthodes linguistiques, qu’elle applique au terrain, et de son ouverture aux modélisations formelles comme aux approches phénoménologiques ou cognitives, elle nous paraît constituer un cadre sûr et suffisant pour étudier les cultures. Au croisement des approches de Greimas, Lotman et Lévi-Strauss, la théorie structurale en anthropologie et sémiotique paraît toujours d’actualité et ouvre de nouvelles perspectives de recherches avec les « cultures numériques ».</span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Ludovic Chatenet, Angelo Di Caterino https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/182932 Les formes de vie entre pratiques et cultures, styles et idéaux de vie 2021-03-07T16:15:14-03:00 Jacques Fontanille jacques.fontanille@unilim.fr Alain Perusset alain.semio@outlook.com <p><span style="font-weight: 400;">La notion de formes de vie a été introduite par Greimas il y a très exactement 30 ans dans le champ des études sémiotiques. Depuis, cette notion est devenue un concept intégré à l’organon sémiotique, mais sa signification est restée équivoque, et ce, bien que des propositions de définitions soient apparues au fil des décennies (Fontanille, 1993 ; 2008 ; 2015 ; Perusset, 2020). Cet article vise à offrir une synthèse générale de ces travaux d’explicitation avec comme ambition de rendre la notion la plus claire et opératoire possible pour des recherches sémiotiques renouvelées et ancrées dans les sciences de la culture. À cet égard, cette contribution vise aussi à confronter les formes de vie avec d’autres notions proches telles celles de sémiosphère (Lotman, 1966), de styles de vie (Landowski, 1997; 2004) et d’idéal de vie (Perusset, 2020).</span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Jacques Fontanille, Alain Perusset https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/186251 Culture and politics of laziness, from fairy tales to Oblomov and Bartleby 2021-05-27T10:41:35-03:00 Gianfranco Marrone gianfranco.marrone@unipa.it <p><span style="font-weight: 400;">The thesis of this paper is that laziness is not a psychological property of an individual subject but a collective sentiment: it is a reaction, or perhaps even a rebellion, against those who lock us within a culture that sees activity as a supreme value, often as an end in itself. Laziness is the response to those who force us to do and overdo, to give ourselves over to our occupations with zeal and constancy, total dedication and blind perseverance. So, it is not true that a lazy person does nothing, rather they do everything they can in order to not do anything. They work frantically in order to create the perfect conditions that allow them to activate their inertia. This paper tries to prove this thesis by analyzing some exemplary texts such as Goncharov's </span><span style="font-weight: 400;">Oblomov</span><span style="font-weight: 400;">, and linking it, upstream, with traditional Russian fairy tales and, downstream, with Melville Bartleby's famous tale.</span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Gianfranco Marrone https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/180942 Teorias da conspiração e populismo messiânico no Brasil contemporâneo: uma perspectiva semiótico-cultural 2021-01-14T13:04:37-03:00 Paolo Demuru paolodemuru@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">O presente artigo analisa os elos entre populismo e teorias da conspiração no Brasil contemporâneo. Com base em uma abordagem semiótico-cultural que dialoga com os estudos sobre </span><span style="font-weight: 400;">glocalização</span><span style="font-weight: 400;">, investiga-se a relação entre dois temas recorrentes das teorias da conspiração que circulam atualmente ao redor do mundo: aquele do conflito entre a suposta dominação das elites sobre o povo e aquele do líder salvador da pátria – cujo papel é central no discurso de Bolsonaro. Defende-se a hipótese de que tal narrativa adquiriu, no caso do atual presidente do Brasil, formas e tons que são relacionados à semiosfera religiosa brasileira, em particular ao messianismo de matriz evangélica. Observa-se que, assim como aquele que tais figuras promovem, o discurso messiânico de Bolsonaro é caracterizado pelo uso frequente e constante de três estratégias discursivas específicas: o misticismo, a escatologia e a carga estésica.</span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Paolo Demuru https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/179872 La espiritualidad y la religión en la narcocultura. Una aproximación desde la semiótica 2020-12-12T21:17:30-03:00 María Luisa Solís Zepeda solisluisa2003@yahoo.com.mx <p><span style="font-weight: 400;">El trabajo tiene como objeto de reflexión y análisis el narcotráfico en México. Desde la semiótica de la cultura propuesta por I. Lotman y la semiótica de corte estructural iniciada por A. J. Greimas, consideramos el narcotráfico como una práctica que obedece a sus propias reglas y cuyo sentido está regido por ciertos códigos, normas, así como por un sistema de valores específico. Esta práctica remite a una forma de vida (que incluye signos, expresiones, textos, significaciones); una subestructura que se opone, pero permea, a una semiosfera que es la cultura mexicana contemporánea. A partir de esos niveles integradores, nos aproximamos a la dimensión religiosa ​​–de carácter ambiguo y a veces francamente marginal– dentro del narcotráfico.</span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 María Luisa Solís Zepeda https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/188606 Logique de l’information et sémiotique de la culture 2021-07-18T16:42:16-03:00 Anna Maria Lorusso annamaria.lorusso@unibo.it <p><span style="font-weight: 400;">Qu’est-ce que la post-vérité ? Qu’est-ce que les </span><span style="font-weight: 400;">fake news</span><span style="font-weight: 400;"> ? S’agirait-il de simples pathologies de l’information ou plutôt d’un phénomène dévoilant une autre logique de la signification sociale ? En mettant à contribution les outils de la sémiotique de la culture (notamment les sémiotiques d’Umberto Eco et de Juri Lotman), le présent article entend analyser la façon dont s’est radicalement transformé le critère de la vérité des discours (leur « régime de vérité » comme le disait Foucault), de même que l’avènement d’un régime « confusionnel » se réclamant d’un critère d’authenticité fondé sur l’expérience en lieu et place d’un critère de vérité fondé sur la vérification.</span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Anna Maria Lorusso https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/188929 Covid-19: o vírus e suas variantes semióticas 2021-07-28T18:03:17-03:00 Denis Bertrand denis.bertrandcotar@gmail.com Ivan Darrault-Harris darrault-harris.ivan@orange.fr <p><span style="font-weight: 400;">A reflexão aqui proposta parte das perturbações causadas pela pandemia de Covid-19 e procura entender se ela produz um “mundo” paradigmaticamente distinto. Assim, são estudadas a flutuação do gênero, a disseminação do Destinador, a proliferação de variantes de antissujeitos. São, porém, a crise da verdade e o desaparecimento das certezas que, acima de tudo, marcam o possível surgimento de uma subcultura alternativa àquela que precedeu o início da pandemia. Mais precisamente, são examinadas a transformação radical das relações proxêmicas ou, ainda, as modificações, devido ao uso da máscara, na qualidade fática das interações. No entanto, apesar das recategorizações impostas, essa pandemia poderia provocar a ressurreição da Humanidade, unidade actancial coletiva engajada unissonamente, dentro de uma nova cultura e de uma nova narrativa, na luta contra um inimigo muito mais perigoso que ameaça o mundo, a mudança climática.</span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Denis Bertrand, Ivan Darrault-Harris https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/188607 Gesto teórico, gesto político. A semiótica diante dos Cultural Studies 2021-07-18T16:50:09-03:00 Verónica Estay Stange veronicaestay@hotmail.com <p><span style="font-weight: 400;">Princípio de pertinência, eixo da imanência e distância objetivante são regras da semiótica plenamente integradas à metodologia do investigador. São regras que se apresentam como evidentes frente a objetos relativamente “neutros”, do ponto de vista ético e político. No conjunto dos fenômenos culturais que a semiótica pode considerar como corpus, entretanto, alguns desses fenômenos interpelam-nos diretamente, e de modo tão radical que nosso primeiro impulso seria produzir um discurso militante, desviando-nos (realmente nos desviando?) das possibilidades que essa disciplina nos oferece. Assassinatos em massa, crimes contra a humanidade: como podemos nos referir a tais “objetos”, axiologicamente tão marcados, sem romper com as regras de análise e, ao mesmo tempo, sem produzir um discurso árido, insensível, desumanizado? Nesses casos, até que ponto é possível recorrer ao “gesto teórico” próprio da semiótica?</span><span style="font-weight: 400;">Os </span><span style="font-weight: 400;">Cultural Studies</span><span style="font-weight: 400;"> têm enfrentado o problema de frente. Motivado por um “gesto político”, o investigador constrói sua legitimidade com base em sua implicação direta nas problemáticas com que trabalha. Nesse quadro, o semioticista não pode deixar de questionar as bases de seu posicionamento, perguntando-se com que ele pode colaborar, dentro dos limites de sua disciplina, respeitando (ou não) os princípios que a definem. Esse é o objetivo desta contribuição, que coteja a perspectiva semiótica e o enfoque dos </span><span style="font-weight: 400;">Cultural Studies</span><span style="font-weight: 400;">, retomando reflexões desenvolvidas previamente em colaboração com Raphaël Horrein. A partir dessas reflexões, proponho-me a abordar os desafios que se colocam para nossa disciplina, bem como suas possíveis contribuições frente a fenômenos culturais “extremos”, vinculados à violência política.</span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Verónica Estay Stange https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/180824 Longevità della cultura. La memoria al vaglio semiotico 2021-01-10T19:27:42-03:00 Mario Panico mario.panico3@unibo.it <p><span style="font-weight: 400;">L’obiettivo di questo articolo è di indagare la correlazione tra cultura e memoria così come proposta nella teoria semiotica di Juri M. Lotman e dagli altri studiosi della scuola di Tartu-Mosca. In queste pagine, particolare spazio è dato alla disamina del concetto di “longevità della cultura”, intesa come la “durata” semantica di testi e codici. Questo concetto, proposto per la prima volta da Lotman e Uspenskij, viene messo in dialogo con specifici aspetti comuni al binomio cultura/memoria: il carattere relazionale e retrospettivo, la comune diacronia. Inoltre, con l’obiettivo finale di enfatizzare la componente politica nella teoria semiotica della memoria e della cultura, in questo articolo la longevità è posta in relazione ai processi traduttivi del filtraggio e della dimenticanza. </span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Mario Panico https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/181055 A doméstica como síntese do racismo brasileiro: discurso, formas de vida e cultura 2021-01-18T13:41:12-03:00 Matheus Nogueira Schwartzmann matheus.schwartzmann@unesp.br <p><span style="font-weight: 400;">Este trabalho se divide em duas partes. Uma primeira discussão, de base teórica, cujo objetivo é apresentar os contornos e desafios de uma semiótica contemporânea, que se debruça sobre as novas demandas da sociedade, descrevendo como se constrói o sentido das práticas e das formas de vida. Nesse caso, queremos demonstrar que a semiótica discursiva não recusa a história, não recusa a dimensão social e cultural do discurso, porque toma o </span><span style="font-weight: 400;">sentido</span><span style="font-weight: 400;"> como seu objeto, na tensão entre o social e o individual, na temporalidade do mundo e do próprio discurso. Uma segunda parte que apresenta uma reflexão sobre o estatuto semiótico do lexema “doméstica”, buscando dar conta das espessas e resistentes camadas de sentido que sustentam os seus usos na sociedade brasileira, ligados a universos de valores, práticas sociais e formas de vida profundamente marcados pelo racismo e pelo preconceito de classe. </span></p> 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Matheus Nogueira Schwartzmann https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/188861 A cultura, as culturas: quais enfoques semióticos? 2021-07-26T17:09:40-03:00 Verónica Estay Stange veronicaestay@hotmail.com Mariana Luz Pessoa de Barros maluzpessoa@hotmail.com 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Verónica Estay Stange, Mariana Luz Pessoa de Barros https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/188862 La cultura, las culturas: ¿qué enfoques semióticos? 2021-07-26T17:28:22-03:00 Véronica Estay Stange veronicaestay@hotmail.com Mariana Luz Pessoa de Barros maluzpessoa@hotmail.com 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Verónica Estay Stange, Mariana Luz Pessoa de Barros https://www.revistas.usp.br/esse/article/view/188863 La culture, les cultures : quelles approches sémiotiques? 2021-07-26T17:44:24-03:00 Verónica Estay Stange veronicaestay@hotmail.com Mariana Luz Pessoa de Barros maluzpessoa@hotmail.com 2021-08-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Verónica Estay Stange, Mariana Luz Pessoa de Barros