O pequeno semelhante em questão: o que bebês e crianças pequenas podem fazer pelos seus pares semelhantes na constituição psíquica e no desenvolvimento.

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v22i1p83-99

Palavras-chave:

psicanálise da criança, desenvolvimento huma- no, bebês, criança, constituição psíquica.

Resumo

Investigam-se as interações entre bebês e crianças pequenas apontando as possibilidades de participação na constituição psíquica e no desenvolvimento. Esses sujeitos foram denominados “pequenos semelhantes” e definidos em termos constitucionais. Foi realizada uma revisão bibliográfica da teoria psicanalítica embasada em três principais autores: Freud, Lacan e Winnicott. Esta revisão foi confrontada com dados de observação da psicologia do desenvolvimento. Conclui-se que os pequenos semelhantes interagem e formam organizações pré-grupais e grupais marcadas pela identificação, agressividade e cooperação, além de ter participação única e diferencial na constituição psíquica e no desenvolvimento, melhor definida como a gênese dos sentimentos sociais. 

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Biografia do Autor

Daniel Kazahaya, Universidade de Guarulhos (UNG) e Universidade Anhanguera

Psicanalista. Professor na Universidade de Guarulhos (UNG) e na Universidade Anhanguera de São Paulo. Pesquisador do Grupo de Pesquisa em Avaliação Psicológica pela Universidade de Guarulhos (UNG) com enfoque em Criatividade e Psicanálise. 

 

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Publicado

2017-07-12

Como Citar

Kazahaya, D. (2017). O pequeno semelhante em questão: o que bebês e crianças pequenas podem fazer pelos seus pares semelhantes na constituição psíquica e no desenvolvimento. Estilos Da Clinica, 22(1), 83-99. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v22i1p83-99

Edição

Seção

Artigos