A clínica infantil e o processo criativo: considerações estéticas sobre a brincadeira do fort-da

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v22i1p45-63

Palavras-chave:

psicanálise, tratamento de crianças, repetição, performance.

Resumo

Este artigo tem a intenção de elaborar a práxis psicanalítica com crianças submetidas a experiências de forte impressão devido à condição precária de simbolização, a partir de uma interlocução entre psicanálise e arte. Para compreender melhor a importância desse diálogo, foi utilizado o filme O menino e o mundo, de forma a relacionar tal objeto de arte com o conceito central do trabalho, a saber, a repetição e sua relação com a constituição psíquica atravessada pela cultura. Abordaremos possibilidades de atualização e tratamento da cena traumática pelo sujeito através da performance. 

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Biografia do Autor

Isabela Vieira de Almeida Cardoso, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Mestre em Psicologia pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia /Departamento de Psicologia. 

Angela Maria Resende Vorcaro, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Professora Adjunta do Departamento de Psicologia.  

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Publicado

2017-07-12

Como Citar

Cardoso, I. V. de A., & Vorcaro, A. M. R. (2017). A clínica infantil e o processo criativo: considerações estéticas sobre a brincadeira do fort-da. Estilos Da Clinica, 22(1), 45-63. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v22i1p45-63

Edição

Seção

Artigos