O sintoma da criança na história da psicanálise e na contemporaneidade: contribuições para uma prática despatologizante

Autores

  • Maíra Lopes Almeida Universidade Federal de Uberlândia
  • Joyce Gonçalves Freire Universidade Federal de Uberlândia
  • Caio César Souza Camargo Próchno Universidade Federal de Uberlândia

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v21i2p302-320

Palavras-chave:

psicanálise, infância, sintoma, história

Resumo

O tratamento de crianças foi possível quando o infantil começou a galgar seu espaço na clínica psicanalítica. Freud inaugurou essa possibilidade, seguido por Anna Freud e Melanie Klein, que clivaram o sintoma em duas compreensões distintas. Assim, revisam-se as concepções históricas do sintoma entrelaçado à questão contemporânea deste como uma desordem, noção que sustenta o paradigma da medicalização e produz, cada vez mais cedo, números altíssimos de crianças utilizando psicofármacos. Problematizamos, assim, as contribuições da psicanálise para essa compreensão hodierna que implica amordaçamento e exílio do sujeito de seu próprio adoecimento.

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Publicado

2016-08-01

Como Citar

Almeida, M. L., Freire, J. G., & Próchno, C. C. S. C. (2016). O sintoma da criança na história da psicanálise e na contemporaneidade: contribuições para uma prática despatologizante. Estilos Da Clinica, 21(2), 302-320. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v21i2p302-320

Edição

Seção

Artigos