Família acolhedora: o estabelecimento de relações objetais em situação de acolhimento

Autores

  • Cláudia Yuri Souza Kuabara Universidade Estadual de Maringá
  • Marcos Leandro Klipan Universidade Estadual de Maringá
  • Jorge Luís Ferreira Abrão Universidade Estadual Paulista

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v21i2p346-365

Palavras-chave:

acolhimento familiar, psicanálise, relações objetais

Resumo

O serviço de Família Acolhedora organiza o acolhimento de crianças e adolescentes afastados, temporariamente, do convívio familiar. Consideramos pertinente discutir e pensar essa prática para além de seus aspectos jurídicos e assistenciais, mas também científico-acadêmicos e psicológicos. Com o objetivo de compreender o estabelecimento de relações objetais nesse contexto específico, foram entrevistados dois adolescentes e cinco crianças que vivenciam ou vivenciaram essa experiência em algum período de suas vidas. As entrevistas foram não-diretivas e partiu-se de uma questão disparadora que estimulasse os depoimentos e contemplasse o método psicanalítico de associação livre.

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Publicado

2016-08-01

Como Citar

Kuabara, C. Y. S., Klipan, M. L., & Abrão, J. L. F. (2016). Família acolhedora: o estabelecimento de relações objetais em situação de acolhimento. Estilos Da Clinica, 21(2), 346-365. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v21i2p346-365

Edição

Seção

Artigos