O "aluno estranho": entre reflexibilidade e atribuição

Autores

  • Françoise Hatchuel Université Paris Ouest Nanterre La Défense
  • Eric Chauvier École Nationale Superieure d'Árchitecture
  • Elodie Kerrien Université Paris Descartes
  • Konstantinos Markakis Université Paris Ouest Nanterre La Défense

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v21i2p428-454

Palavras-chave:

relação professor-aluno, aluno estranho, embaraço, estranho familiar, abordagem clínica com orientação psicanalítica, etnografia da comunicação

Resumo

Qualificamos como estranho aquele que nos surpreende, que nos remete à diferença, que nos toca. Os quatro autores deste artigo interrogam-se sobre a questão do aluno estranho, isto é, da relação emocionalmente carregada que o profissional da educação pode manter com ou vários alunos em um espaço educativo. Para isso, eles/elas põem em debate seus diferentes trabalhos cuja referência comum ao sentimento de estranho familiar mencionado por Freud constitui a base de troca. A partir das abordagens qualitativas (Hatchuel, Kerrien, Markakis adotam uma abordagem clínica com orientação psicanalítica, e Chauvier se refere à etnografia da comunicação), e eles/elas fazem a hipótese de que considerar o afeto subjacente pode favorecer no sujeito um movimento de aceitação da diferença contra o da rejeição e/ou o da estigmatização.

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Publicado

2016-08-01

Como Citar

Hatchuel, F., Chauvier, E., Kerrien, E., & Markakis, K. (2016). O "aluno estranho": entre reflexibilidade e atribuição. Estilos Da Clinica, 21(2), 428-454. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v21i2p428-454

Edição

Seção

Artigos