Sujeito, objeto e linguagem no brincar

Autores

  • Maria Angélica Augusto de Mello Pisetta Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v22i1p100-112

Palavras-chave:

brincar, subjetividade, Lacan, Winnicott, psicanálise.

Resumo

Brincar é uma atividade tão corriqueira na infância que sua teorização resvala em certa obviedade. Todos podem testemunhar, cotidianamente, a necessidade que a criança tem de brincar e os avanços socioculturais que ela demonstra, quando tem seu tempo de fantasiar e brincar respeitado e potencializado. Um olhar mais atento à estrutura do brincar deixa a descoberto o processo da construção da subjetividade da criança, suas relações com o Outro da cultura de seu tempo histórico e a construção do objeto com o qual se produz um embate. Como a análise do brincar pode auxiliar na compreensão dos limites necessários ao fomento da subjetividade e da socialização na infância? É o que pretendemos discutir neste artigo.

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Biografia do Autor

Maria Angélica Augusto de Mello Pisetta, Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ

Psicanalista. Professora adjunta de Psicologia da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ, Brasil.

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Publicado

2017-07-12

Como Citar

Pisetta, M. A. A. de M. (2017). Sujeito, objeto e linguagem no brincar. Estilos Da Clinica, 22(1), 100-112. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v22i1p100-112

Edição

Seção

Artigos