O significante e o real na psicose: ferramentas conceituais para o acompanhamento terapêutico

Autores

  • Maurício Castejón Hermann Universidade Metodista de São Paulo

Palavras-chave:

Acompanhamento terapêutico, Lacan, Psicose

Resumo

O presente artigo visa a apresentar reflexões sobre a clínica do acompanhamento terapêutico com pacientes psicóticos. O ponto de partida é o reconhecimento de que essa clínica depende de olhar em rede, ou seja, uma dimensão institucional que vai orientar a execução de um projeto terapêutico de intervenção, tanto no âmbito de uma montagem institucional, quanto na perspectiva da clínica privada. Posteriormente, serão apresentados recortes clínicos vividos nessa clínica que serão articulados com dois momentos da teoria lacaniana das psicoses: a noção de real atrelada ao significante e a noção de real articulada com a teoria dos nós-borromeus. Por fim, explicitar-se-á a questão que motiva a execução dessas elaborações, mais precisamente a noção de sinthome como orientação clínica e teórica para a prática do acompanhamento terapêutico.

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Publicado

2020-05-22

Como Citar

Hermann, M. C. (2020). O significante e o real na psicose: ferramentas conceituais para o acompanhamento terapêutico. Estilos Da Clinica, 10(19), 132-153. Recuperado de https://www.revistas.usp.br/estic/article/view/169981