Mãe social: profissão? função materna?

Autores

  • Paula Cristina Nogueira Universidade Paulista - UNIP/DF
  • Liana Fortunato Costa Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília

Palavras-chave:

Mãe social, Abrigo, Criança institucionalizada, Relação mãe-bebê

Resumo

Este artigo pretende aprofundar reflexões acerca da realidade das crianças que se encontram em situação de abrigamento, buscando compreender a função do cuidador nesse contexto. A pesquisa foi desenvolvida em uma instituição que recebe e acolhe crianças de zero a três anos de idade. Essa instituição funciona de acordo com o modelo de casas-lares. Observamos que o grande número de crianças para apenas uma mãe social dificulta os momentos de interação entre adulto e criança. Foi possível constatar que a mãe social acaba limitando os movimentos das crianças, que precisam ficar a maior parte do tempo sentadas no sofá, assistindo televisão, enquanto aguardam a atividade seguinte, sempre imposta pela rotina da instituição.

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Publicado

2020-05-22

Como Citar

Nogueira, P. C., & Costa, L. F. (2020). Mãe social: profissão? função materna?. Estilos Da Clinica, 10(19), 162-181. Recuperado de https://www.revistas.usp.br/estic/article/view/169983