Palavra escrita, uma forma de fazer vingar a palavra muda: uma leitura de Arthur, um autista no século XIX

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v26i2p413-417

Palavras-chave:

autismo, psicanálise, infância, linguagem, literatura

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Roberta Nazaré Bechara Ventura, Instituto Sedes Sapientiae. Departamento de Psicanálise

Psicanalista em formação no Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, São Paulo, SP, Brasil.

Referências

Bernardino, L.F. (2017). Interrogações sobre a diferenciação entre autismos e psicoses. Instituto Gerar de Psicanálise. Disponível em https://institutogerar.com.br/video-interrogacoes-sobre-diferenciacao-entre-autismos-e-psicoses/

Crespin, G. (2010). Discussão da evolução de uma síndrome autística tratada em termos de estruturação psíquica e de acesso à complexidade. Psicologia Argumento, 28 (61), 159-166. Recuperado de https://periodicos.pucpr.br/index.php/psicologiaargumento/article/view/19877

Freud, S. (2010). Novas conferências introdutórias à psicanálise. São Paulo, SP: Companhia das Letras. (Trabalho original publicado em 1933).

Freud, S. (2016). Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. In S. Freud, Três ensaios sobre a teoria da sexualidade, análise fragmentária de uma histeria (O caso Dora) e outros textos (pp.13-172). São Paulo, SP: Companhia das Letras. (Trabalho original publicado em 1905).

Kupfer, M.C.M. (2000). Notas sobre o diagnóstico diferencial da psicose e do autismo na infância. Psicologia. USP, 11 (1), 85-105. doi: https://doi.org/10.1590/psicousp.v11i1.108081

Kupfer, M. C. M. (2015). O impacto do autismo no mundo contemporâneo. In M. Kamers, R. M. Mariotto, & Voltolini, R. (2015) Por uma (nova) psicopatologia da infância e da adolescência (pp. 169-184). São Paulo, SP: Editora Escuta.

Kupfer, M.C. (2020). Arthur: um autista no século XIX. São Paulo, SP: Editora Escuta.

Kupfer, M.C.M., Voltolini, R., & Pinto, F.S.C.N. (2010). O que uma criança pode fazer por outra ? Sobre grupos terapêuticos de crianças. In M.C. Kupfer, & F.S.C.N. Pinto (Orgs.), Lugar de Vida, vinte anos depois (pp.97-111). São Paulo, SP: Editora Escuta.

Laznik, M.C., Touati, B., & Bursztejn, C. (2016). Distinção clínica e teórica entre autismo e psicose na infância. São Paulo, SP: Instituto Langage.

Maleval, J-C. (2015). Por que a hipótese de uma estrutura autística? Opção Lacaniana online 6 (18). Recuperado de http://www.opcaolacaniana.com.br/pdf/numero_18/Por_que_a_hipotese_de_uma_estrutura_autistica.pdf

Downloads

Publicado

2021-08-30

Como Citar

Ventura, R. N. B. (2021). Palavra escrita, uma forma de fazer vingar a palavra muda: uma leitura de Arthur, um autista no século XIX. Estilos Da Clinica, 26(2), 413-417. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v26i2p413-417