Considerações sobre o enquadre na clínica do AT

Autores

  • Cristiana Kehdi Gerab Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Clínica
  • Manoel Tosta Berlinck Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Clínica

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v17i1p88-105

Palavras-chave:

psicanálise, acompanhamento terapêutico, enquadre

Resumo

O artigo discute questões relacionadas à flexibilidade do enquadre (setting) no Acompanhamento Terapêutico (AT). Para tal, traz uma revisão da técnica analíticapara Freud, no que se refere à abstinência psicanalítica e Ferenczi, no que se refere à elasticidade da técnica. Discute o que alguns psicanalistas pós-freudianos entendem por enquadre analítico para chegar, enfim, à narrativa do fragmento clínico de um encontro entre a autora e sua paciente. Os desdobramentos da revisão e da narrativa são os de aprofundarem uma reflexão sobre a criação e manutenção de um enquadre na modalidade clínica do AT.

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Publicado

2012-06-01

Como Citar

Gerab, C. K., & Berlinck, M. T. (2012). Considerações sobre o enquadre na clínica do AT. Estilos Da Clinica, 17(1), 88-105. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v17i1p88-105