Da escrita no corpo à escrita no papel: os caminhos do aprender a escrever

Autores

  • Carla Cervera Sei Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Simone Moschen Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v19i2p325-338

Palavras-chave:

escrita, infância, inscrições primordiais, letra.

Resumo

Este escrito pretende pensar, sustentado pela psicanálise, o lugar que a aprendizagem da escrita pode ter na infância ou ainda no tratamento de crianças em estruturação autística ou psicótica. Somos marcados pela linguagem no mundo e é a partir dessas marcas inscritas em nosso inconsciente que marcamos o papel. Para melhor compreender a escrita como efeito da posição do sujeito na linguagem e desde aí desdobrar seus efeitos na clínica, retomamos os conceitos freudianos de inscrição inconsciente e o conceito lacaniano de letra, fundamentais para este tema.

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Biografia do Autor

Carla Cervera Sei, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Psicanalista. Mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), extensionista da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e membro participante da Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA), Porto Alegre, RS, Brasil.

Simone Moschen, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Psicanalista. Doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pós-doutora em Teoria Psicanalítica pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), professora de pós-graduação em Educação e em Psicologia Social e Institucional na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA), Porto Alegre, RS, Brasil.

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Publicado

2014-08-21

Como Citar

Sei, C. C., & Moschen, S. (2014). Da escrita no corpo à escrita no papel: os caminhos do aprender a escrever. Estilos Da Clinica, 19(2), 325-338. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v19i2p325-338