O choro, a praça e a feira: apropriações do território no Rio de Janeiro

Autores

  • Pedro Silva Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.11606/extraprensa2014.85189

Palavras-chave:

Cultura, Geografia, Comunicação

Resumo

Este artigo trata das disputas em torno dos modos de ocupação de uma praça pública na cidade do Rio de Janeiro. Parte de uma pesquisa inicial sobre a relação entre a música e o espaço urbano, a reflexão se concentra em dois eixos de análise, a partir de dois vetores de forças. O primeiro diz respeito às disputas concretas entre dois grupos de choro, uma de artesanato e gastronomia e os moradores locais. O segundo gira em torno das disputas simbólicas pelo batismo da praça, para a qual se cogitaram vários nomes. Portanto, o artigo procura equacionar em que medida um campo de disputa interpela o outro e influencia nas ações dos múltiplos agentes envolvidos. O objetivo é contribuir para o entendimento das diferentes formas de apropriação cultural e política do tecido urbano, a partir da análise das discussões em redes sociais e através de órgãos públicos.




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Biografia do Autor

Pedro Silva, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Mestrando em Jornalismo pelo PPGCOM/UERJ. Licenciado em música pela UNIRIO

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Publicado

2014-06-01

Como Citar

Silva, P. (2014). O choro, a praça e a feira: apropriações do território no Rio de Janeiro. Revista Extraprensa, 7(2), 132-143. https://doi.org/10.11606/extraprensa2014.85189

Edição

Seção

Dossiê: Produção midiática